Legião Urbana: a história por trás de “Por Enquanto”

Por Enquanto é a faixa que encerra o álbum de estreia da banda Legião Urbana. A faixa ficou muito conhecida por ter sido executada (e muito bem executada) por Cássia Eller em seu Acústico MTV, mas é uma composição de Renato Russo e mostrava o que a banda pretendia apresentar em seus trabalhos seguintes.

 

Todas as demais faixas da Legião que estão presentes neste trabalho de estreia já estavam prontas ou estavam em processo de produção quando a banda entrou em estúdio, a única que Renato compôs do começo ao fim durante a gravação do álbum foi justamente Por Enquanto e, talvez por isso, seja o trabalho mais distinto presente na estreia da banda.

 

 

Geralmente, quando uma banda entra em estúdio para lançar seu primeiro álbum, as faixas escolhidas são trabalhos selecionados ao longo da vida do compositor: ele separa o que considera melhor, mais pronto e grava. Foi basicamente o que aconteceu com a banda aqui em sua estreia, porém a faixa Por Enquanto foi a exceção: foi composta exclusivamente para encerrar o álbum.

 

A letra da música basicamente retrata o que aconteceu com a banda no processo de gravação deste primeiro trabalho: quando foram para o Rio de Janeiro para gravar o álbum, eram garotos jovens e sonhadores; porém, ao encerrarem as gravações do trabalho, haviam se tornado homens. “Estamos indo de volta para casa” retrata o fim da gravação e o retorno dos músicos, cada um para sua casa, depois de uma rotina cansativa que a banda teve ao longo daqueles meses.

 


Para saber mais sobre a Legião Urbana e sobre seu vocalista, Renato Russo, você pode adquirir, direto na Amazon, o livro Renato, o Russo. Para isso, basta clicar abaixo!

 


 

A faixa traz uma reflexão importante sobre aquela fase em que estavam vivendo e também aponta para a direção que a banda seguiria já no disco Dois (1986): todo aquele sentimento, toda aquela filosofia, toda aquele pensamento sobre a vida e os amores; tudo já estava em Por Enquanto e seguiria presente na carreira da banda.

 

A Legião estava conquistando público aos poucos em Brasília – DF. A cena de Punk Rock de lá havia aberto as portas para alguns nomes icônicos, porém, ao chegaram ao Rio de Janeiro, perceberam que a Legião era apenas mais uma entre várias outras bandas que buscava uma oportunidade. O choque de realidade foi grande e foi importante para a banda amadurecer. Não à toa precisaram de trocar algumas vezes de produtor, pois os egos inflados dos rapazes não permitiam que sugestões fossem adotadas, o que deixava os produtores sem vontade de trabalhar com a banda. Conseguiram contornar a situação e a banda se tornou este grande sucesso.

 

O canal Pitadas do Sal trouxe uma reflexão importante sobre esta letra. Quer saber mais? Não deixe de clicar abaixo!

 


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Ira!: a banda que não “dava moral” para ninguém!

A banda Ira! sempre foi polêmica e não fazia o que não queria. Se precisassem brigar com alguém, eles não fugiam da briga. No meio de toda aquela cena do Rock dos anos 80 que estava crescendo, a banda paulistana de Post-Punk chamada Ira! que sempre chamou muito a atenção por sua música e por sua atitude.

 

Nasi, o vocalista da banda, sempre foi uma pessoa impulsiva e isso gerou algumas intrigas para o grupo. Seu abuso de drogas e álcool, além de sua atitude intensa, fizeram com que a banda entrasse em alguns conflitos. Esses conflitos envolviam até brigas de verdade, onde chegavam a trocar socos, muitas vezes.

 

O baixista Gaspa também gerou algumas polêmicas. O músico Ritchie o apresentou ao ácido e isso certamente ajudou muito para que o músico do Ira! causasse alguns problemas. Seu jeito excêntrico chegou a trazer problemas até internos, arrumando confusão até com Nasi.

 

A banda chegou causando polêmica desde o início com sua música Pobre Paulista, uma faixa que foi considerada antissemita. O Ira! deixou claro que não tinha nada a ver com essa temática, mas isso sem dúvida atrapalhou o início da banda. Os músicos foram deixando aquela sonoridade Punk e agressiva dos compactos e flertando com um Post-Punk e guitarras mais limpas no primeiro álbum, sonoridade que acompanhou a banda em sua trajetória.

 


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Ao lançarem o disco de estreia, a faixa Núcleo Base impulsionou as vendas da obra, o que ajudou bem a banda a se manter no topo. A gravação do segundo trabalho já foi mais polêmica: a banda quis a produção de Liminha, grande nome do Rock, mas não se deu muito bem com ele: os músicos não deixavam que as ideias do produtor sobressaíssem àquilo que queriam, gerando muitos atritos.

 

A banda foi convidada a participar do programa do Chacrinha, mas, por ser perto do natal, a produção pediu que colocassem gorros de papai Noel, o que negaram; com isso, foram impedidos de entrarem. Mesmo com essa polêmica, a banda ainda teve uma música sua como tema de abertura de novela da Globo: a faixa escolhida foi Flores em Você.

 

O Ira! chegou a tocar no Hollywood Rock, mas conseguiram gerar confusão no festival: a apresentação atrasou e desligaram o som da banda na última música. Isso, com certeza, gerou revolta nos integrantes que demonstraram indignação ainda no palco.

 


Para saber essa e outras histórias do Ira!, você pode comprar pela Amazon o livro A Ira de Nasi.

 


 

O canal Júlio Ettore no Youtube fez um vídeo completo sobre as polêmicas do Ira!. Quer conferir? Clique abaixo.

 

Silverchair: “Neon Ballroom”, o diário real da banda

Não é sempre que três adolescentes conquistam o mundo da música já no primeiro álbum. Mas foi exatamente o que aconteceu com a banda australiana de Rock chamada Silverchair, logo após o lançamento de seu trabalho de estreia, o Frogstomp (1995). Aqui a banda explorava letras que falavam sobre a adolescência e a vida de garotos não populares, além de trazer temas mais maduros sobre guerras e conflitos também.

 

Com a formação que contou com Daniel Johns na guitarra e nos vocais, Chris Joannou no baixo e Ben Gillies na bateria, a banda lançou os álbuns Frogstomp (1995), Freak Show (1997), Neon Ballroom (1999), Diorama (2002) e Young Modern (2007), sendo os três primeiros os maiores sucessos da banda.

 

O trabalho da banda é considerado um Post-Grunge, muito pelas suas influências que vinham de bandas de Seattle da primeira década de 90. Além disso, o trabalho do SIlverchair ainda contava com influências de Stoner Rock e Doom Metal, trazendo riffs densos e influências também de bandas como Black Sabbath. Essa mistura fez com que a banda atingisse uma sonoridade quase única, sendo intensa, técnica e melódica.

 

É claro que uma exposição direta e alta com a fama logo na adolescência mexeu bastante com o psicológico dos garotos que tentavam conciliar a fama com os estudos, uma vez que ainda estavam na escola quando começaram a ter sucesso na música.

 

 

O álbum Neon Ballroom (1999) é o mais diferente da primeira fase da banda: aqui a banda explorou novas temáticas e novas sonoridades, deixando um pouco de lado aquele som mais cru e intenso presente nos dois primeiros trabalhos. No terceiro álbum podemos notar mais trabalhos com teclados, novas temáticas e novas sonoridades, deixando o disco mais bem trabalhado.

 

Porém, isso não veio por acaso: Daniel Johns considera o álbum um trabalho conceitual da banda, uma espécie de “diário musical”. Segundo ele, o trabalho relatou com detalhes os problemas vividos pelos músicos da banda durante aquele período. Sendo assim, a banda explorou uma sonoridade mais experimental neste trabalho, sendo um disco bem diferente do que a banda havia feito até então.

 

Uma situação que deixa essa situação de “diário” bem explícita é a letra de Ana’s Song. A música fala sobre anorexia, doença que o vocalista Daniel Johns enfrentou em sua juventude. A letra trata como se a doença fosse uma pessoa que destruísse a vida do eu-lírico e a banda conseguiu expressar bem os sentimentos do vocalista diante dessa difícil situação.

 

Após este álbum, a banda entrou em uma nova fase, onde começou a explorar sons ainda mais diferentes, flertando até com a Música Eletrônica em muitos momentos. O Silverchair entrou em hiato em 2011, mas Daniel Johns já deu declarações que a banda não volta mais.

 

 


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Engenheiros do Hawaii: Augusto Licks fala sobre seu show de reencontro com Carlos Maltz depois de mais de 30 anos

Imagine você fazer parte de um dos maiores nomes do Rock Nacional e depois ser despedido da banda sem maiores explicações. Sua vida muda completamente, você deixa de fazer o que vinha fazendo ao longo dos últimos anos e deixa de ter contato com as pessoas e a própria vida que você teve. Foi o que aconteceu com Augustinho Licks, o guitarrista mais lembrado e venerado que passou pelos Engenheiros do Hawaii.

 

O último trabalho que Licks fez parte na banda foi o Filmes de Guerra, Canções de Amor – ao vivo (1993). Antes disso, havia gravado o Gessinger, Licks e Maltz (1992) no estúdio, o trabalho com mais referências de Rock Progressivo que a banda lançou ao longo de sua carreira.

 

 

Após problemas gerados pela convivência e por estresse, Humberto Gessinger e Carlos Maltz decidiram seguir a banda sem a presença de Licks. Maltz sairia da banda após a turnê do Simples de Coração (1995). Licks nunca mais conversara de verdade nem com Maltz e nem com Gessinger após o rompimento.

 

Trinta e um anos se passaram e Maltz e Licks voltam a conversar. Dessas conversas, surge a ideia de subirem aos palcos juntos mais uma vez. A ideia foi logo ganhando forma e, juntos da banda Engenheiros Sem Crea, hoje os músicos tocam juntos novamente.

 

A formação dos Engenheiros do Hawaii que contou com Humberto Gessinger no baixo e nos vocais, Augustinho Licks na guitarra e Carlos Maltz na bateria foi, sem dúvida, a melhor formação da banda, onde conseguiram conquistar muitos fãs, conseguiram também lançar grandes álbuns e fazer apresentações memoráveis.

 

O guitarrista Augutinho Licks falou ao canal Pitadas do Sal um pouco mais sobre essa experiência de tocar aquelas músicas de décadas atrás que ele havia ajudado a compor, falou da emoção de reencontrar Carlos Maltz e também de encontrar um público sedento por aquele show e por aquela apresentação. Quer saber mais sobre o que o grande guitarrista Licks disse? Não deixe de clicar abaixo!

 

 


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Legião Urbana: quem foi Mariane na vida de Renato Russo?

Renato Russo, grande letrista e líder da Legião Urbana, sempre escreveu em suas músicas, muito sobre o que viveu. Entre histórias reais e ficções, Renato sempre colocava um pouco de si e de pessoas ao seu redor em seu trabalho.

 

Uma dessas pessoas foi sua musa, Mariane. Antes de se assumir ou até se entender como bissexual, o músico era apaixonado por uma prima distante chamada Mariane. Além de uma música com seu nome, ela também foi musa inspiradora de letras como Ainda é Cedo e até Faroeste Caboclo, quando Renato criou uma história de um triângulo amoroso baseada numa situação real: Flávio, baixista do Capital Inicial e amigo de Renato, acabou tendo um caso com Mariane, o que deixou o líder da Legião triste e indignado.

 

A musa ainda era irmã de Dado, mas não o Villa-Lobos, guitarrista da Legião: Dado também era o apelido de um primo distante de Renato; primo que foi até “homenageado” em uma música chamada Dado Viciado, faixa que foi lançada apenas no álbum póstumo da Legião, Uma Outra Estação (1997). Aliás, a música não fora lançada antes justamente porque acreditavam que o Dado citado na letra poderia ser confundido com o guitarrista da banda, que não tinha nada a ver com a história.

 

O canal Pitadas do Sal falou um pouco mais sobre Mariane e sua influência na vida e na obra de Renato Russo. Quer saber um pouco mais? Não deixe de clicar abaixo!

 

 


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Barão Vermelho: os 35 anos do ótimo “Na Calada da Noite”, o álbum que amadureceu o som da banda

 

Barão Vermelho: os 35 anos do ótimo “Na Calada da Noite”, o álbum que amadureceu o som da banda

 

A banda Barão Vermelho, sem dúvida, é uma das maiores bandas de Rock do Brasil de todos os tempos. Formada por garotos entre o fim dos anos 70 e começo dos anos 80, a banda segue em atividade até os dias de hoje, mesmo tendo trocado de vocalista duas vezes ao longo de sua trajetória.

 

A primeira troca aconteceu em 1985 quando Cazuza decidiu deixar a banda para seguir carreira solo. O anúncio pegou o restante dos músicos de surpresa, mas, mesmo assim, o Barão decidiu seguir sem ele e Frejat, que até então era apenas o guitarrista, decidiu assumir os vocais também. A escolha foi sábia e o músico conseguiu dar conta do recado e fez ótimos vocais com a banda.

 

A separação entre Cazuza e Barão Vermelho acabou sendo bom para os dois lados: o Barão amadureceu ainda mais seu som com o passar dos lançamentos e Cazuza chegou ao auge em sua curta carreira solo. Cazuza conseguiu o que queria: misturar seu Rock and Roll com outros estilos como MPB, por exemplo. Não é à toa que em sua faixa Faz Parte do Meu Show ele diz “Vivo num clip sem nexo, um pierrô-retrocesso, meio bossa nova e rock’n’roll“.

 

O fato de o Cazuza ter um pai ligado à gravadora Som Livre fez com que o músico crescesse ao redor de grandes nomes da MPB desde sua infância, o que obviamente impactou-o diretamente em sua obra, fazendo com que o Rock fosse apenas parte de sua expressão artística, mas não o todo. Aliás, discussões sobre misturar Rock com outros estilos também ajudaram a romper as relações entre Cazuza e Barão Vermelho, pois enquanto o vocalista gostava dessa gama de influências e queria trazê-las para a sonoridade da banda, o restante queria se manter na sonoridade mais Rock and Roll de sempre.

 

 

O curioso é que, com o passar do tempo, o Barão foi amadurecendo seu som e chegou a flertar mais tarde com outros estilos, chegando a fazer até releituras de músicas da MPB e do Samba em seu disco lançado de covers, o Álbum (1996). Essa maturidade musical ajudou muito o Barão a crescer ainda mais na cena da música, fazendo com que a banda conseguisse lançar trabalhos cada vez melhores.

 

O álbum Na Calada da Noite (1990) talvez seja “a virada de chave” da banda: foi aqui que exploraram novas sonoridades, trouxeram diferentes influências e referências e fizeram com que o trabalho fosse um “divisor de águas” na carreira do Barão. O álbum seguinte, Supermercados da Vida (1992) mostra a continuidade desse amadurecimento e desse crescimento musical da banda, sendo um trabalho ainda melhor.

 

Ouça abaixo o trabalho Na Calada da Noite (1990) na íntegra.

 

 

De qualquer forma, não existiria o Barão Vermelho que conhecemos hoje se eles não tivessem se arriscado e feito uma sonoridade diferente como fizeram em Na Calada da Noite (1990). Em entrevistas, a banda chegou a comentar que o álbum era para simular alguém andando pelas ruas e passando perto de diversos bares com a vida noturna agitada, cada um tocando uma música diferente, de um estilo diferente. É justamente o que encontramos nesse álbum: tem Rock com bastante groove, tem Blues com influências latinas, tem baladas de Rock, tem Hard Rock; enfim, é um trabalho complexo e muito bem feito.

 

Aliás, não foi só a baixa de Cazuza que a banda enfrentou até o lançamento de Na Calada da Noite (1990): após o lançamento do trabalho Rock’n Geral (1987), o baixista e um dos fundadores da banda, Maurício Barros, decidiu deixar a banda. Entre o lançamento do álbum Barão ao Vivo (1989) e as gravações de Na Calada da Noite (1990), o baixista também deixou a banda, sendo substituído por um de seus ídolos no instrumento, o Dadi (A Cor do Som). Ou seja, a banda passou por muita coisa até o lançamento deste bom álbum.

 

 

Uma característica marcante deste trabalho é a grande presença de violão e de bastante percussão: foi o primeiro álbum onde Fernando Magalhães (violões e guitarras) e Peninha (percussão) eram, de fato, integrantes da banda; até então, os músicos seguiam como contratados nos shows e faziam participações em algumas músicas no estúdio. A presença dos dois no processo de criação e arranjo, com certeza, enriqueceu muito a obra e trouxe uma nova sonoridade à banda.

 

Sal, do canal Pitadas do Sal do Youtube, me convidou (Helton Grunge) para conversarmos um pouco sobre essa obra do Barão Vermelho que completa 35 anos agora em 2025 e você, sem dúvida, não pode deixar de conferir esse bate-papo que trouxe informações sobre a banda e nossas impressões deste ótimo trabalho. Confira abaixo agora mesmo!

 

 

 

Blue Rumor: o Rock and Roll não morreu e o single “Know-it-all” chega para provar isso!

O Rock and Roll não morreu e a cada dia isso fica mais claro quando ouvimos novas bandas chegando com ótimos trabalhos. Trazendo uma sonoridade que lembra bandas dos anos 70 como Led Zeppelin e até Rush, agora você vai conhecer o bom trabalho da banda norte-americana chamada Blue Rumor. O bom single se chama Know-it-all (2025), é a música de abertura do EP de estreia da banda e já está disponível em sua plataforma digital preferida.

 

Ouça esse bom single agora mesmo clicando abaixo!

 

 

O EP de estreia da banda se chama Blue Rumor (2025) e conta com cinco faixas. A banda consegue trazer elementos de Blues Rock, Hard Rock e Rock and Roll, trazendo bons riffs de guitarra e bons trabalhos instrumentais juntos de um trabalho vocal envolvente, com muita técnica e ótimas linhas melódicas.

 

A banda resgata aquele bom Rock and Roll que conquistou o mundo na década de 70, chegando com bastante técnica musical e com uma sonoridade que promete chamar a atenção de quem gosta de uma sonoridade clássica.

 

 

A letra é cantada da perspectiva de alguém que sempre parece ver a próxima coisa chegando, mas continua indo em direção aos problemas de qualquer maneira. A banda conta com elementos do Proto-Metal, trazendo consigo os destaques da década de 70 em sua atitude e, principalmente, em sua sonoridade.

 

Outro destaque desse bom trabalho é o fato de contar com um ótimo vocal feminino. Isso traz um bom diferencial para esse som!

 


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Black Stone Cherry, photographed in London

 


 

Abaixo você confere o EP Blues Rumor (2025) completo, o trabalho de estreia da banda norte-americana chamada Blues Rumor.

 

 

Então, se você gosta de uma sonoridade de Rock and Roll lembrando os trabalhos da década de 70, então não deixe de clicar para conhecer o bom trabalho da banda Blues Rumor.

 

Aliando técnica, intensidade e muito Rock and Roll, a banda promete mostrar um trabalho muito bom dentro do seguimento e chega para mostrar que o estilo não morreu.

 

 

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Nuna: banda lança single “Faz um Favor”

Chega a todas as plataformas digitais a nova música da banda Nuna. O nome do single é Faz um Favor e é um desabafo sobre o fim de um relacionamento tóxico e o processo de libertação emocional. Os versos da música expressam a sensação de alívio de se livrar de alguém que apenas trouxe complicações, mentiras e desgastes para sua vida. A sonoridade da música abraça a letra e transmite a mensagem de autoconfiança, força em se priorizar e seguir em frente, sem amarras ou arrependimentos.

 

Ouça o single Faz um Favor (2025) abaixo.

 

 

O videoclipe foi gravado em um ambiente que reflita a mensagem da música. Enquanto a banda toca, cada integrante traz sua própria visão, dando para a história diferentes camadas e abordando a temática da música de uma forma muito libertadora. Começando em preto em branco de uma forma mais pesada, passando com a narrativa a ser colorida, trazendo o rompimento do protagonista com a libertação.

 

A música foi produzida pelo conceituado produtor Tadeu Patolla (Charlie Brown Jr).

 

A banda NUNA, anteriormente conhecida como Sem Meia, vive nova fase artística com Manu Fair (vocais), Sullivan (bateria), Nicko Faroli (baixo) e Marcelo Ferrara (guitarra) no line-up. A mudança de nome reforça esse novo momento, em que a banda se consolida na cena Pop Punk e Pop Rock com um toque moderno, mantendo, no entanto, a essência que conquistou os fãs ao longo dos anos.

 

Assista ao videoclipe abaixo.

 

 

Anteriormente, o grupo destacou-se em eventos como o Nova Cena Festival em São Paulo, onde apresentou seu estilo único de Pop Punk e Rock Alternativo. Com músicas como Agridoce e A Vida Tem Jeito, a banda compartilhou temas de superação e mudanças, conectando-se de maneira profunda com seu público. O EP lançado em 2023, contendo versões acústicas e originais, fortaleceu a trajetória da banda, mostrando um lado reflexivo e emocional.

 

Embora o nome tenha mudado, a essência permanece! NUNA continua a explorar o universo do Pop Punk, mantendo a mesma abordagem de composição e reflexões sobre a música.

 

 

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Fabiano Negri: músico anuncia o álbum “The Outlaw’s Journey” e libera o single “Imperfections”

O músico, compositor e produtor Fabiano Negri disponibilizou a música Imperfections no último dia 10 de janeiro. A faixa faz parte de The Outlaw’s Journey, seu próximo trabalho, que será lançado entre maio e junho de 2025.

 

O próximo álbum do cantor será inspirado pelo Blues Rock e pelo Heavy Metal dos anos 1970.

 

Ouça o single abaixo.

 

 

Em comunicado à imprensa, Fabiano falou sobre o álbum, que agora conta com a banda de apoio Bebê Diabo.

 

“Serão 10 faixas com som calcado no blues rock e no hard rock, além de algumas pitadas de heavy metal. Após muitos anos fazendo tudo sozinho, está sendo uma experiência muito legal trabalhar com uma banda. Além de ter uma nova cara sonora, eu pude ter o prazer de voltar a compor em parceria com outros músicos. Isso é sensacional e o álbum tem tudo para ser o melhor da minha carreira”.

Fabiano Negri

 

Sobre Imperfections, o cantor comenta:

 

“É uma balada grandiosa, com elementos de southern rock e hard rock. A letra versa sobre as máscaras que temos que usar todos os dias para parecermos “perfeitos”. O lançamento virá acompanhado de um videoclipe. Apesar do tom triste da música, o vídeo é bem humorado, com uma história cheia de reviravoltas até o último segundo. Foi uma produção abraçada por toda a banda. Uma experiência divertisíssima que traz a participação da minha filha, Alice Pinheiro, como atriz convidada.”

Fabiano Negri

 

 

Originário de Campinas-SP, Fabiano Negri iniciou sua carreira em sua adolescência, seu primeiro trabalho, uma demo tape da banda de heavy metal Haggar.

 

Em 1998 ingressou na banda de hard rock Rei Lagarto, ocasião em que seu nome passou a ser conhecido no meio do rock nacional. Com o Rei Lagarto foram 13 anos de discos e estrada, com uma breve pausa entre 2003 e 2007, período em que Fabiano se afastou da banda e criou outras bandas de rock, como Sun Machine e Makkina e gravou um disco de pop com letras em português com o grupo Dois Seres, ocasião que ele define como “o momento mais confuso e equivocado de minha carreira”.

 

Em 2011 Rei Lagarto encerrou atividades, segundo ele, “com a sensação de dever cumprido”. Em 2010, Fabiano entrou no período mais prolífico de sua trajetória lançando-se como artista solo. De lá para cá, foram nada menos que 15 lançamentos entre discos de estúdio, trabalhos ao vivo, EPs e até uma trilha sonora. Nessa fase, Fabiano enveredou-se por diversos estilos musicais, como Hard Rock, Acústico, Pop e Soul Music, até descambar no Heavy Metal, que tem sido a marca de seus mais recentes discos.

 

Um momento de crise surgiu em 2020. Pandemia, problemas pessoais e um natural desencanto com a indústria musical brasileira levaram-no a pensar em encerrar a carreira. Porém, um providencial convite da produtora americana Big Can o fez mudar de ideia. Na sequência, mesmo rompendo com a produtora, ele abriu mão da aposentadoria precoce e continuou na ativa.

 

“Encarei as frustrações e percebi que sem isso não dá pra viver.”
Fabiano Negri

 

Atualmente, Fabiano é acompanhado pela banda Bebê Diabo (quem acompanhou o jornal paulistano Notícias Populares em meados dos anos 70 sabe do que se trata), composta por André Pereira na guitarra, Tomás Mainieri na bateria e o filho de Fabiano, Ian Absurd, no baixo. Fabiano responde pelo teclado e, naturalmente, pelos vocais, além de ser o compositor de todas as músicas.

 

 

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Wave Rock: o DVD “Bar Motorock” está no ar

Se você gosta de um bom trabalho de Rock and Roll, esse primeiro DVD da banda Wave Rock é, sem dúvida, uma ótima opção para você conferir. O trabalho já está disponível no canal oficial da banda no Youtube e os amantes do Rock não podem deixar de conferi-lo.

 

Clique abaixo e assista já!

 

 

O trabalho foi gravado no Dia Mundial do Rock na cidade natal da banda Wave Rock, Taiobeiras, Minas Gerais. Motorock Bar traz seis faixas autorais, uma inédita e mais nove covers que incluem versões de grandes sucessos do Rock nacional como Aluga-se dos Raul Seixas e Olhar 43 do RPM.

 

Das músicas autorais, o grande destaque fica por conta da faixa Vamos para o Asfalto, que já bateu mais de 10 mil visualizações no YouTube e também no Spotify. A música executada pela primeira vez é Pensamento Acelerado, a qual a banda presenteia os fãs com este lançamento.

 

 

O DVD foi gravado e produzido pelo Estúdio S e pelo Estúdio Wave, com apoio do Rockwood Bar b Cue, o bar temático de Rock n Roll da cidade.

 

A banda Wave Rock é originária do Norte de Minas Gerais. O grupo leva a boa música aos bares e eventos de Motorock da região. A identidade da banda está diretamente ligada ao motociclismo, uma das grandes paixões dos integrantes da banda. Os músicos trazem em seu som referências que vão do grande Jimi Hendrix a Kiss, Aerosmith, Guns N’ Roses até o rock nacional dos anos 80!

 

 

 

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