Stone Temple Pilots: o grande trabalho e legado dessa boa banda!

Stone Temple Pilots é uma das grandes bandas dos anos 90. “Pegando carona” no sucesso Grunge que ganhou destaque no início dos anos 90, a banda, que é de San Diego, conquistou o sucesso já em seu álbum de estreia, o Core (1992) e segue fazendo shows pelo mundo até os dias de hoje. A banda apostou em uma sonoridade de Hard Rock com fortes influências de Rock Alternativo.

 

O projeto musical contou com o grande vocalista Scott Weiland que nos deixou há quase 10 anos, vítima de overdose. Mas, com a chegada de Jeff Gunt, a banda mostrou que ainda sabe fazer bons trabalhos e segue na ativa.

 

Formada pelos irmão DeLeo e Eric Kretz, a banda também contou com Chester Bennington nos vocais durante um breve período. Scott Weiland, o vocalista original, era muito temperamental e difícil de lidar; seu vício, suas faltas e sua irresponsabilidade o fizeram ser despedido da banda algumas vezes. Porém, seu talento era inegável, tanto para criar boas letras como para fazer melodias. Além disso, o músico também era muito bom no palco, tendo uma ótima presença de palco e interagindo muito bem com o público.

 


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A banda sempre teve uma sonoridade agressiva, mas também era boa em criar riffs e melodias. O álbum Core (1992), por exemplo, traz grandes sucessos e mostra essa intensidade da banda, que flertava bastante com angústias em suas letras. Os destaques ficam com Plush, Creep, Sex Type Thing e Crackerman.

 

Dois anos depois e cercado de expectativas, a banda lançou o Purple (1994). Chegando com uma sonoridade mais alegre, os músicos flertaram com outros estilos, deixando um pouco de lado a melancolia e apostando em uma musicalidade diferente. O trabalho instrumental desse álbum é irretocável, sendo um trabalho que merece muita atenção. Os destaques ficam com Interstate Love Song, Meatplow, Vasoline e Unglued.

 


 

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A voz de Scott Weiland foi mudando ao longo do tempo, tornando-se mais rouca e mais aguda. Em 1996 a banda chegou com o álbum Tiny Music… Songs from the Vatican Gift Shop (1996) e essa mudança na voz do músico ficou bem perceptível. Além de uma mudança na voz, a banda também apostou em uma sonoridade diferente em seu instrumental, sendo um álbum um tanto diferente dos dois primeiros. Os destaques ficam por conta de Big Bang Baby e Lady Picture Show.

 

O Nº 4 (1999) já se mostrou um trabalho mais intenso e pesado, trazendo mais influências de Stoner Rock e um leve resgate à sonoridade que a banda tinha no Core (1992). Os destaques desse álbum ficam com Down, No Way Out e Sex & Violence.

 

 

A banda ainda lançou o Shangri-La Dee Da (2001) antes de entrar em hiato. Voltaram com o Stone Temple Pilots (2010), mas logo em seguida Scott deixa a banda. Chester Bennington assume os vocais e a banda lança um EP chamado High Rise (2013).

 

Em 2018, já com Jeff Gutt nos vocais, a banda lançou o Stone Temple Pilots (2018), um álbum branco com um desenho de uma borboleta na capa. Esse disco mostrou que a banda ainda podia fazer ótimos trabalhos e que a troca de vocalistas não tirou o brilho da banda. Destaques do álbum ficam por conta de Meadow, Middle of nowhere e Roll Me Under.

 

A banda segue até os dias de hoje lançando ótimos trabalhos e fazendo bons shows pelo mundo. O Youtube conta com vários shows da banda e os amantes do Stone Temple Pilots podem conferi-los na íntegra.

 

O canal da Rockstage Brasil fez um vídeo falando sobre a banda, sua carreira e seus bons discos. Não deixe de conferir esse bom vídeo abaixo!

 

 

Explicito’s: banda é uma das 50 mais votadas no concurso “Temos Vagas”

A Rádio 89 FM está patrocinando um concurso para uma banda ou artista independente subir ao palco do Lollapalooza 2025.

 

A banda Explicito’S é uma das mais fortes concorrentes. Na estrada desde 2012 e fundada por Billy M. Stacce, a banda traz músicas repletas de letras que fazem jus ao nome, misturando a essência do Hard Rock e Heavy Metal.

 

A primeira tour ocorreu a partir de 2013, chegou à média de mais de dez shows feitos ao mês, para divulgação do lançamento do primeiro álbum da banda, intitulado Sex #1first And Fuckn Explicit Pride. Além das mais de 400 cópias de CD vendidas, o álbum teve sua principal single You Can Be My Girl, premiada.

 

Já o segundo álbum, intitulado Explícito, foi lançado no ano de 2020 em todas as plataformas digitais. Sua turnê durou cerca de 4 anos, rendeu dois videoclipes e passou por mais de dois estados brasileiros – somando mais de 300 shows ao longo dos anos. Além disso, perante seu sucesso, a banda toca as músicas desse álbum em todos os shows que faz até hoje. Dentro das turnês já tocaram com bons nomes da música Brasileira, tais como Velhas Virgens, Amen Corner, Kiara Rocks Dona Cislene.

 


 

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Atualmente a banda está em nova turnê: Extasy Sexy Tour, que se estenderá até o final do ano de 2025. A nova turnê traz um novo vídeo e single Obsessão, o single Romance, além do novo disco Extasy que será lançado em abril de 2025, que conta com essas e mais oito músicas inéditas, disponíveis em todas as plataformas digitais e em mídia física.

 

A formação atual conta com Billy M. Stacce (voz), Arion Antoni (baixo), Igor Wendel (guitarra) e Brendon Haiser (bateria).

 

Vote agora na banda Explicito’S para se apresentarem no Lollapalooza:

 

https://www.radiorock.com.br/temosvagas/explicitos

 

 

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Romisson: músico lança nova música e videoclipe “Meu Lugar Ao Sol” com Participação de Marcelo Marrom

Romisson lança seu novo single e videoclipe Meu Lugar ao Sol, em todas as plataformas de streaming e no Youtube. Essa música é muito especial pois conta com a participação de Marcelo Marron, trazendo sua energia à canção. A parceria entre Romisson e Marrom nasceu por meio do produtor Helinho Castelhano, que acreditou no poder dessa união artística.

 

Meu Lugar Ao Sol, é um Pop Rock reflexivo, que fala sobre como resgatar antigos sonhos e correr atrás dos objetivos com muito foco, fé e determinação.

 


 

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O videoclipe traz cenas dos músicos no estúdio, apresentações ao vivo e momentos pensativos dos músicos, captando a essência da música.

 

Romisson é um artista mineiro, nascido em Itabira, cidade de Carlos Drummond de Andrade, compositor, cantor e intérprete, multi-instrumentista, toca desde os 12 anos de idade, dos 14 aos 24 anos de idade, tocou em diversos bares, casas noturnas e eventos em carreira solo e quando participou como músico contratado de algumas bandas regionais.

 

Mudou-se para São Paulo buscando realizar o sonho da música, tendo alguns imprevistos acabou tentando outras profissões, porém a música falou mais alto em seu coração e em 2014 com 32 anos retomou seu sonho, buscando se aperfeiçoar, iniciou aulas de violão, guitarra, vocal, bateria, passando por diversas escolas de música, enquanto fazia aulas de bateria no Instituto de Música e Especialização Fabiano Manhas.

 

Confira a música e o videoclipe abaixo.

 

 

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Giorgia Marconi: lança seu novo videoclipe da música “Funny”

A artista ítalo-brasileira Giorgia Marconi chega com seu novo videoclipe. A música se chama Funny e é uma balada suave e melancólica, onde Giorgia explora núncias de sua voz.

 

A letra fala sobre um amor passageiro, em que a compositora declara os seus sentimentos em uma carta aberta. A palavra “Funny” chega no sentido debochado da palavra, já que não é engraçado você estar com a pessoa que lhe maltratava enquanto estavam juntos. A música trás esse sentimento de angústia de uma forma muito sutil.

 

No videoclipe Giorgia está no estúdio interpretando a canção de maneira muito singela e um uma linda fotografia, Funny foi gravada no estúdio Fusão em São Paulo.

 


 

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Giorgia trás o seu Indie Pop e Pop Rock inspirado pela cantora norte-americana Billie Eilish, uma de suas maiores inspirações. Apaixonada por música e, apesar de ter nascido na Itália, possui uma forte conexão com o Brasil, amando ambos os países e sentindo-se em casa em qualquer lugar deles. Desde a infância, teve diversas inspirações, principalmente em inglês, o que a faz sentir que o inglês é uma língua na qual consegue se distanciar da narrativa, escrever sobre si mesma como um personagem externo ou representar sentimentos de maneira mais neutra, explorando perspectivas nas quais não estava inserida.

 

A cantora é uma entusiasta da vida, apreciando a chuva, apreciando o sol acariciando sua pele e a confortável troca de palavras com pessoas queridas. Em todas as suas criações artísticas, ela busca transmitir o conforto que essas experiências lhe proporcionam. Mesmo diante de um mundo em constante desafio, Giorgia acredita que a música é uma das poucas coisas capazes de unir todos os seres humanos.

 

Assista agora o videoclipe de Funny.

 

 

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Burton Badman: descubra o bom trabalho de Classic Rock da banda em “No Way Out”

Para os amantes de um bom trabalho de Classic Rock, não deixem de conferir o bom trabalho de Burton Badman. A faixa se chama No Way Out (2025) e chega com uma sonoridade bem interessante de Classic Rock, mostrando talento instrumental e vocal do início ao fim.

 

A faixa conta com bons riffs e um trabalho que lembra bandas dos anos 70 e 80, apostando em um Rock bem trabalhado e com boa melodia.

Ouça o single agora mesmo abaixo!

 

 


 

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A música ainda conta com boas influências de Blues e Blues Rock, trazendo um trabalho de guitarra, baixo e bateria que merece bastante destaque por seu talento. A faixa é visceral e mostra um trabalho diferente que você precisa conhecer.

 

 

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Helladdict: conheça a agressividade do Metal da banda em “Puño De Hierro”

Se você gosta da boa sonoridade de um trabalho agressivo que mistura Rock e Metal, então não pode deixar de ouvir o bom single da banda chilena chamada Helladdict. A faixa lançou um bom trabalho chamado Puño de Hierro e você não pode deixar de conferi-lo.

 

Ouça o single já!

 

 

A sonoridade da banda traz fortes influências de Rock e de Thrash Metal, sendo um trabalho que mistura intensidade musical e peso. A musicalidade traz como referências banda como Motörhead, por exemplo.

 

A formação da banda conta com Javier Hernández e Juan Barra nos vocais, Ignacio HernándezSebastián Ibáñez nas guitarras, Mark Reynolds no baixo e Gonzalo Bayer na bateria.

 


 

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Nirvana: saiba mais sobre a faixa “Serve the Servants”

A faixa de abertura do álbum In Utero (1993), Serve the Servants, é cheia de boas histórias e curiosidades. Se você gosta de uma boa sonoridade intensa e crua, sem dúvida, você gosta desse bom álbum e dessa ótima música.

 

Depois do lançamento do Nevermind (1991), a vida de Kurt Cobain mudou e muito: seu anonimato foi embora e naquele momento ele era um dos rostos mais famosos do mundo. Mas, é claro, que isso teve um preço: as pessoas começaram a explorar cada vez mais sua vida, a vida de sua família e a vida da banda. Isso incluía passado, incluía família e tudo ao redor.

 

Na verdade, quanto mais os jornalistas e os críticos falavam sobre sua vida, mais Kurt ia odiando a fama. O líder do Nirvana se viu cercado de pessoas querendo saber sobre sua infância, sobre sua vida ao lado de Courtney Love, sobre sua relação com seu pai e sobre o divórcio de seus pais quando ele ainda era um garoto.

 


 

Para saber mais sobre o Nirvana e sobre Kurt Cobain, você pode adquirir, direto pela Amazon, a biografia Mais Pesado que o Céu.

 

 


 

Trocar a sonoridade Pop (mesmo que intensa) do Nevermind (1991) para uma sonoridade underground do In Utero (1993) fez o público que era fã da banda se tornar ainda mais fã, mas também afastou toda aquele público que apenas buscava mais músicas com melodias simples e temáticas adolescentes.

 

Serve the Servants é, sem dúvida, uma música que causa choque no público. Guitarras distorcidas e um acorde dissonante fazem parte da abertura do disco e da faixa, mostrando o que a banda estava prestes a fazer.

 

Os problemas que Kurt enfrentava na época já não eram mais aqueles de um adolescente que perdeu seu amor. Naquele momento, mais maduro, o músico se via como um pai de família que tinha sua vida toda observada e estudada desde sua infância. Era como se ele vivesse em um “reality show” e cada passo seu fosse registrado. Essa parte da fama foi, sem dúvida, o que mais trouxe angústia e tristeza para o músico.

 


 

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A letra também fala do quanto lucraram com suas angústias adolescentes: tudo o que informava sobre o músico e sobre a banda era venda alta na certa. Kurt aproveita e critica quem fala mal dele e de sua obra, atacando diretamente os críticos de revistas de música. Cobain também rebate quem ataca sua esposa e compara o ato ao que os puritanos fizeram em Salém com as mulheres consideradas bruxas.

 

Mas, sem dúvida, o trecho mais impactante é o que ele fala sobre sua relação com seu pai: Kurt fala que precisava de alguém que o apoiasse e o corrigisse e nunca teve isso. Termina dizendo não ter mais ódio do pai, mas a relação dos dois nunca foi restaurada por completo.

 

Para saber mais detalhes sobre a música basta conferir o Rockstage Analisa, um quadro que traz análises sobre letras de músicas e seus significados. O vídeo está no canal da Rockstage Brasil no Youtube e você já pode conferi-lo clicando abaixo.

 

 

Alice in Chains: saiba mais sobre a fase com William DuVall

Não é toda banda que perde seu icônico vocalista e decide seguir adiante. Porém, o Alice in Chains teve essa coragem e segue até os dias atuais fazendo shows pelo mundo e mostrando que a banda segue fazendo ótimos trabalhos.

 

Com Layne Staley, a banda havia lançado três discos, dois EP’s e alguns singles. Porém, os últimos anos de vida de Layne foram de extrema reclusão: ele mal falava com o restante da banda, mal falava com os amigos e mal saía de casa.

 

Uma vez que seu corpo foi encontrado, a banda formalizou um hiato. Mas, em 2009 a banda lançava seu primeiro álbum sem Layne Staley, o Black Gives Way to Blue (2009), o primeiro trabalho a contar com o músico William DuVall.

 

 

Diferente do que muitos pensam, DuVall não veio para ser o vocalista principal da banda. Quem realmente assumiu os vocais principais fora Jerry Cantrell, enquanto DuVall faz as dobras de vozes com ele. William também ficou responsável por cantar nos shows as músicas que Layne cantava.

 

Ter um músico como DuVall trouxe novas possibilidades para a banda: além de ser um ótimo vocalista, o músico também toca guitarra e violão, fazendo com que o show da banda seja ainda mais completo.

 

O primeiro álbum que conta com William DuVall é claramente um trabalho de homenagem a Layne Staley. A melancolia presente, as letras das músicas, as temáticas, a sonoridade e até o encarte falam sobre o luto, a saudade e a tristeza.

 

O álbum chega com ótimas músicas como Your Decision, Check My Brain e Black Gives Way to Blue.

 

 

 

 

Já no ano de 2013 a banda chega com um novo trabalho. Substituindo a tristeza e melancolia por intensidade, tensão e peso, a banda lançou The Devil Put the Dinossaurs Here (2013). Em vez da angústia e tristeza do azul e do preto, a banda optou pelo vermelho, uma cor quente, mostrando um trabalho diferente para os fãs.

 

Aqui, a banda flertou bastante com o Stoner Rock, sendo bem mais denso que o trabalho anterior. Até a arte da capa e do encarte mostram que a banda chegava com uma proposta diferente. Os riffs pesados apresentam uma nova banda, um novo estilo e um novo som, bem intenso e angustiante.

 

Músicas como Stone, Hollow e Pretty Done são bons exemplos de músicas interessantes deste álbum.


 

 

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O mais recente álbum lançado pela banda foi o Rainier Fog (2018). Aqui, a banda trouxe um trabalho mais heterogêneo, misturando elementos do Rock Alternativo, do Hard Rock, do Folk Rock e até do Punk Rock. Com DuVall já mais incorporado à banda, o músico foi mais presente também nas composições.

 

O álbum é uma homenagem às bandas de Seattle que cresceram junto ao Alice in Chains entre os anos 80 e 90. Um trabalho cheio de boas músicas e que traz em seu encarte fotos de apresentações ao vivo da banda, mostrando que estão na ativa, com vontade de mostrar trabalhos novos e de fazer bons shows.

 

O canal da Rockstage no quadro Rockstage Talks falou mais sobre a banda na fase de William DuVall. Não deixe de clicar abaixo para você conferir!

 

 

Live Rock Ribeirão e São Paulo Rock Sessions agitam cena roqueira de Ribeirão Preto com atrações de peso no Hard Rock Café

Eventos movimentam cena roqueira da cidade com atrações marcadas até o mês de agosto

 

Ribeirão Preto reafirma sua relevância como um dos grandes polos do rock nacional com dois projetos de peso: Live Rock Ribeirão e São Paulo Rock Sessions. Duas iniciativas organizadas pela North Star, em parceria com a Kiss FM Ribeirão Preto e apoio da School of Rock Ribeirão Preto, a sequência de shows acontecem no Hard Rock Cafe Ribeirão Preto a partir desta quinta-feira, até o agosto. grandes nomes do cenário musical, estão trazendo shows de alta qualidade e fortalecendo ainda mais a cena roqueira da região.

 

Live Rock Ribeirão

 

O Live Rock Ribeirão traz para a programação bandas de peso com  Malvada, Luana Camarah, Mike Terrana, Manchester Oasis e muito mais. Além disso, o evento conta com promoções especiais, como a distribuição de cerveja gratuita para os primeiros 50 fãs que chegarem ao local durante os shows de fevereiro.

 

“Desde o início, a ideia do Live Rock Ribeirão sempre foi proporcionar experiências memoráveis para o público, trazendo artistas consagrados e novas gerações do rock para o mesmo palco. Cada show tem sido um marco, e ver a resposta do público só reforça que esse projeto veio para ficar. Estamos apenas começando!”

Marcinho Papalardi, da North Star | Dusted Concerts

 

 

São Paulo Rock Sessions:

 

Já o São Paulo Rock Sessions surge como uma iniciativa inovadora que transporta a essência da cena roqueira da capital paulista para Ribeirão Preto. Com bandas icônicas e uma experiência diferenciada para o público, o evento consolida a cidade como um território fértil para o crescimento do rock.

 

“O São Paulo Rock Sessions é mais do que um evento, é um movimento que traz a energia da cena rock paulistana para Ribeirão Preto. A Kiss FM tem o compromisso de conectar os fãs à música de verdade, e essa iniciativa reforça nosso propósito de manter o rock vivo e pulsante!”

Marcinho Papalardi, da North Star | Dusted Concerts.

 

 

Veja a programação completa:

 

Live Rock Ribeirão

 

  • 08/03 – Malvada
  • 15/03 – Luciana Pires (Tributo a Rita Lee)
  • 05/04 – Luana Camarah (Finalista do The Voice Brasil)
  • 19/04 – Creedence Tribute
  • 10/05 – Mike Terrana
  • 24/05 – Manchester Oasis
  • 07/06 – A-ha Experience
  • 09/08 – Bruno Sutter
  • 10/08 – Bruno Sutter (Detonator para crianças)

 

 

São Paulo Rock Sessions

    • 27/02 – Old Crow
    • 13/03 – Super Special
    • 03/04 – Rockers 23
    • 10/04 – Rock Insane
    • 24/04 – Open Rock
    • 02/05 – The Niros
    • 08/05 – Brigada 3
    • 22/05 – Paranoid

 

Texto de Guilherme Moro.

Nirvana: por que o disco “Incesticide” não é considerado um álbum?

Nirvana é, sem dúvida, uma das maiores bandas de Rock de todos os tempos. O lançamento de Nevermind (1991) foi muito importante tanto para a banda quanto para toda uma cena underground que estava começando a se consolidar em Seattle. Após o sucesso do álbum, tanto o power trio quanto várias outras bandas ganharam holofotes e dominaram a cena musical no início da década de 1990.

 

Porém, antes do Nevermind (1991) ser lançado, a banda já tinha o Bleach (1989), disco que até performou bem na cena underground, mas que não foi o suficiente para tornar a banda mundialmente conhecida. Após o estouro do álbum de 1991, a gravadora começou a pressionar o trio para que lançassem um novo trabalho, porém em meio a tantos shows, estava difícil fazer os músicos pararem e trabalharem neste novo álbum. Acontece que a banda tinha material gravado que não havia ainda sido lançado em nenhum álbum. Foram músicas preteridas nos discos ou faixas que foram gravadas para serem lançadas apenas em compactos da Sub Pop. Sabendo disso, a Geffen sugeriu ao Nirvana fazer uma espécie de coletânea de sobras, juntando todo este material em um único disco.

 

Foi então que o Incesticide (1992) entrou em cena, porém ele não é considerado um álbum de estúdio do Nirvana. Mesmo que as faixas sejam inéditas para o grande público, o disco não tem um conceito por trás e chega com sonoridades diferentes entre si, uma vez que as faixas foram gravadas em épocas diferentes, com músicos diferentes na bateria e em estúdios diferentes. Quer saber mais detalhes? O canal Só Me Resta o Rock’n’Roll do Youtube fez um vídeo falando mais detalhes sobre essa história. Quer conferir? Basta clicar abaixo! Não deixe de fazer sua inscrição no canal e também de deixar seu like no vídeo.

 

 


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