Graduado em letras, professor de português, músico, compositor, redator, divulgador musical, produtor de conteúdo, editor, curador musical e influenciador digital.
Recentemente, Gene Simmons do KISS, deixou sua opinião falando que o espírito do Rock estava morto nos dias atuais. Algo que Billy Corgan, líder do Smashing Pumpkins, discorda.
“Parece apenas uma manchete bacana. Não acho que seja real, porque o que acontece – e é ignorado – é que o espírito do Rock’n’Roll sempre será o que os jovens decidem fazer em uma espécie de ódio ou repulsa pelo que estão vendo”.
Billy Corgan
O músico ainda deixou claro que acredita que o domínio do Pop está com os dias contados, uma vez que o gênero já está nas paradas musicais sem concorrência há cerca de 10 anos. Corgan ainda disse acreditar que há jovens descobrindo maneiras de expressar o que estão sentindo contra esse Pop hegemônico. Ele ainda destacou o trabalho da banda The Linda Lindas, que chegou a abrir alguns shows do Smashing Pumpkins.
“Aqui está a questão: eu não preciso entender isso [a mensagem da banda]. Não é para mim ou mesmo para Gene entender. É realmente para as pessoas da próxima geração sentirem que alguém está falando por elas”
Nirvana é, sem dúvida, uma das maiores bandas de Rock de todos os tempos, sendo fundamental para o Grunge e para o Rock Alternativo. Curiosamente, uma das músicas que Kurt Cobain mais gostava era About a Girl, faixa que saiu já no primeiro álbum, o Bleach (1989), e que tem uma história curiosa.
Principalmente nesse primeiro álbum, Kurt se importava muito com o que a cena pedia. Gravar About a Girl foi um ato de “rebeldia contra os rebeldes”, uma vez que todas as bandas daquela cena e que se inspiravam no Punk Rock achavam até trabalhos como R.E.M. leves demais.
About a Girl tem uma musa inspiradora: Tracy Marander, a primeira namorada de Kurt Cobain. O músico vivia com ela desde o fim de 1987 e, como não conseguia um emprego fixo, ela o sustentava. A situação gerava alguns conflitos e em meio a discussões, ela pediu que ele fizesse uma música para ela. Nascia uma das únicas baladas de amor do Nirvana.
Diferente de outras bandas, Kurt não queria fazer algo piegas ou cheio de frases de efeito. Ele precisava ser honesto quanto ao que sentia, mas também não queria exagerar e criar uma balada cheia de promessas de amores eternos. A letra de About a Girl cumpriu muito bem todo este papel.
Seja pela repetição de “I do” (o “sim” dos noivos no altar) ou pela sensação de estar fazendo algo pela amada (uma vez que ela pagava todas as contas sozinha), a música mostra que Kurt estava compromissado com ela e que a música poderia provar isso.
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Curiosamente, quem deu o título da canção foi Chad Channing, o baterista que gravou o Bleach (1989). Cansado de ouvir “vamos tocar aquela balada”, perguntou a Kurt sobre o que falava letra da música e o vocalista respondeu “sobre uma garota”. Assim, então, era definido o título dessa faixa que, além de estar com a banda desde Bleach (1989), foi a responsável por abrir o show do MTV Unplugged in New York (1994).
O canal da Rockstage Brasil no Youtube lançou um vídeo falando mais sobre essa boa música do Nirvana. Quer conferir e saber mais sobre a faixa? Não deixe de clicar abaixo!
O Alice in Chains é, sem dúvida, uma das maiores bandas da década de 90. A união de Jerry Cantrell e Layne Staley é basicamente a dupla Lennon e McCartney do Grunge.
A sonoridade intensa e, ao mesmo tempo, melancólica que a banda trouxe em sua carreira, principalmente nessa primeira fase, é marcante. Conseguir aliar agressividade, intensidade, sonoridade soturna e melancolia, foi o que fez o Alice in Chains atingir o sucesso que conquistou.
Tudo começa com a amizade entre Layne e Jerry. O guitarrista acabou indo morar no estúdio onde Layne ensaiava com outros projetos musicais. Aquela amizade inicial seria o ponto de partida para a criação de uma das melhores e mais viscerais bandas da cena.
Quando, enfim, Jerry conseguiu juntar Mike Starr no baixo, Sean Kinney na bateria e conseguiu convencer o Layne de fazer parte do projeto, aí sim tudo fluiu muito bem para a banda. Começava, de vez, o Alice in Chains.
A relação da banda e principalmente de Layne com a morte surgiu desde o início: afinal, abrir o disco de estreia com uma faixa chamada We Die Young (nós morremos jovens) já deixa bem claro sua relação com o tema. O que acabou se demonstrando ser ainda mais verdadeiro com a partida de Layne uma década depois.
O disco de estreia, Facelift (1990), já chegou com muito trabalho bom, uma sonoridade underground, intensidade, agressividade e melancolia. A banda conseguiu colocar um de seus maiores sucessos, a faixa Man in the Box, já nesse primeiro trabalho e conseguiu conquistar fãs pelo mundo todo. Além da faixa, outras músicas como We Die Young, Sea of Sorrow e Bleed the Freak também são ótimas nesse álbum, alternando entre agressividade e melancolia.
A banda foi ousada: após esse lançamento, chegaram com um EP quase acústico, trazendo uma sonoridade introspectiva e em formato de canções: o SAP (1991) mostrou um outro lado da banda; lado que ficaria mais evidente em lançamentos posteriores como o Jair of Flies e o Unplugged. Foi aqui que a banda apresentou ótimas faixas como Brother e Got Me Wrong, mostrando que sabia trabalhar com sonoridades acústicas e melancólicas também.
O EP foi muito bem aceito e fundamental para que a banda tivesse tempo para se preparar melhor e produzir o álbum mais trabalhado da banda que foi o seguinte: Dirt (1992) chegou com tudo, mostrando ainda mais agressividade que o primeiro trabalho, além de grandes sucessos. O álbum abre com Them Bones, onde Layne já chega gritando e a banda mostra um trabalho com quebra de tempo e com muita intensidade. O disco ainda conta com a melancólica Down in a Hole, mostrando que ainda sabiam fazer boas baladas. Faixas como Rooster, Angry Chair, Dam that River e Would também merecem destaque nesse grande disco.
Porém, após o lançamento de Dirt (1992), o vocalista Layne começou a ficar mais recluso e ter muitos problemas pessoais, além de problemas com drogas. Mesmo assim, a banda ainda seguia compondo e lançou o EP mais famoso de sua carreira: Jair of Flies (1993). Este trabalho é tão bom que foi o primeiro EP a ganhar destaque na Billboard. Músicas como Nutshell, Rotten Apple e No Excuses merecem destaque nesse disco.
Pouco depois, a banda entrava em estúdio para lançar o último álbum completo de estúdio com Layne Staley nos vocais: o Alice in Chains (1995). Com uma sonoridade ainda mais mórbida, cheio de intensidade e melancolia, o álbum mostrou que a banda ainda sabia fazer ótimos trabalhos, alternando entre agressividade e melancolia. O trabalho é bom desde sua capa, que contou com um cachorro de três patas, simbolizando ser o terceiro disco do grupo. O álbum é conhecido também como “Tripod”. Músicas como Grind, Again e Heaven Beside You são os destaques dessa obra. O disco também mostra como Layne se encontrava debilitado: tanto em seu jeito de cantar como também sua imagem nos videoclipes.
A banda começou a não fazer apresentações ao vivo devido ao estado de Layne, mas aceitou o convite da MTV para fazerem o Unplugged MTV. O trabalho acústico mostrou que a banda sabia muito bem fazer canções melancólicas e que não dependia só de suas guitarras distorcidas para fazer um bom trabalho. O disco apresenta muita melancolia, mas mostra também o talento da banda em criar melodias e fazer uma apresentação digna. Sem dúvida, um dos melhores acústicos da MTV.
O canal da Rockstage, no quadro Rockstage Talks, falou mais sobre a carreira da banda até a morte de Layne Staley. Quer saber mais? Então não deixe de clicar abaixo agora mesmo!
A Legião Urbana é, sem dúvida, uma das maiores bandas de Rock do Brasil. Liderada por Renato Russo, os músicos vieram do Punk, mas trouxeram o Post-Punk e outras sonoridades distintas para o trabalho da banda.
Renato Russo teve uma doença grave na adolescência que o fez ficar muito tempo trancado em seu quarto. Até se recuperar, o futuro músico ouviu muitas músicas diferentes, leu muitas revistas sobre Rock e conheceu grandes bandas. Dentre todo o acervo que começou a ouvir, o Punk Rock foi o que mais chamou sua atenção.
Os anos se passaram e ele, junto de dois amigos (André Pretorius e Felipe Lemos) decidiram formar o Aborto Elétrico, uma das primeiras bandas de Punk Rock de Brasília. Porém por brigas internas, Renato decidiu deixar a banda. Tempos depois ele iniciava sua carreira com a Legião Urbana enquanto Felipe Lemos formava o Capital Inicial.
Anos depois, a Legião conseguiu uma chance de gravar seu primeiro álbum por causa de Herbert Vianna. O líder dos Paralamas do Sucesso levou uma música de Renato Russo para o álbum de estreia de sua banda e o produtor do álbum ficou curioso para saber quem havia composto a letra de Química, faixa escolhida por ele para fazer parte do trabalho. O guitarrista e vocalista dos Paralamas disse que o compositor era Renato Russo e que ele era tudo o que Herbert queria ser; essa frase o que deixou o produtor ainda mais curioso para conhecer quem era Renato Russo.
Porém, Renato Russo havia saído do Aborto Elétrico e, antes de começar a Legião Urbana, iniciou um projeto solo chamado Trovador Solitário. Nesse trabalho, Renato se empenhou mais em trabalhos de violão, tendo influências de Folk. Foram gravações desse estilo que Herbert mostrou para seu produtor e que fizeram Renato Russo e sua banda serem convidados para gravarem seu primeiro álbum.
O primeiro álbum da Legião foi lançado e já chamou muito a atenção, mas, sem dúvida, o Dois (1986) foi um dos maiores sucessos da década na história do Rock. A gravadora pressionou a banda para lançarem um terceiro álbum, porém com o ritmo de shows, os músicos não tinham um acervo de músicas suficiente para lançarem um trabalho novo. Com isso, recorreram a trabalhos antigos que Renato havia composto tanto para o Aborto Elétrico, quanto para o Trovador Solitário. Assim, lançaram o Que País é Este? (1987).
Na turnê desse disco, a banda foi convidada para se apresentar no estádio Mané Garrincha, em Brasília – DF. Como a banda havia feito muito sucesso com os primeiros álbuns, a residência dos músicos deixara de ser a capital do Brasil e nesse momento seria o primeiro show da banda lá já com o nome estabelecido nacionalmente.
O que era para ser um sucesso, tornou-se um pesadelo: o show foi muito mal organizado e o público acabou culpando a banda por isso, arremessando garrafas e objetos no palco em sinal de protesto. Renato Russo e os músicos ficaram completamente decepcionados com a situação, uma vez que não eram os responsáveis pela organização do evento.
A banda quase acabou naquele momento. O público, enfurecido, começou a queimar os álbuns da banda em praça pública, em sinal de protesto. Aquilo poderia ter sido o fim da Legião, mas, serviu para um recomeço.
Os músicos decidiram se concentrar mais em lançar bons trabalhos de estúdio e menos em fazer muitos shows, podendo assim filtrar que apresentações fariam e os locais onde tocariam. A escolha, que parecia arriscada, mostrou-se uma decisão correta, pois com menos shows, a banda conseguia se concentrar mais em materiais melhores a serem lançados.
O álbum que acabou mudando a história e a sonoridade da banda foi o As Quatro Estações (1989), trabalho onde a banda se tornou um trio (Renato Rocha deixou a banda) e apostou também em uma musicalidade mais voltada para o violão, deixando as influências de Post-Punk um pouco de lado.
O álbum acabou sendo o de maior sucesso da banda e mostrou que os músicos poderiam mudar sua sonoridade e ainda fazerem muito sucesso. O canal Só Me Resta o Rock ‘n’ Roll falou um pouco mais sobre esta mudança de sonoridade, sobre o problemático show em Brasília – DF e sobre o recomeço da banda com o lançamento de seu quarto álbum. Quer saber mais? Basta clicar abaixo!
Raimundos, grande banda da cena do Rock e do Hardcore Nacional dos anos 90, chega agora com seu mais novo trabalho. Trata-se do single Os Calo (2025), faixa já está disponível em sua plataforma digital preferida e você já pode ouvi-la agora mesmo.
Confira o som abaixo!
Raimundos é, sem dúvidas, um dos grandes nomes do Rock brasileiro de todos os tempos. Depois de terem lançados grandes discos nos anos 90, a banda acabou vendo seu vocalista Rodolfo deixando a banda. Com isso, o guitarrista Digão assumiu o posto e o Raimundos seguiu lançando material novo e fazendo shows pelo país.
O último trabalho inédito que a banda havia lançado foi o single Maria Bonita (2024), trabalho lançado no fim de 2024. Já o último álbum completo de inéditas que a banda havia lançado foi em 2014, com o trabalho Cantigas de Roda (2014). Depois disso, a banda ainda lançou um álbum ao vivo trazendo as faixas deste último lançamento de inéditas ao lado de releituras de grandes sucessos da banda; o disco chama-se Cantigas de Roda (2014). A banda ainda lançou seu álbum acústico e alguns outros singles de lá para cá, principalmente releituras de sucessos antigos da banda.
Nesse single, a banda traz elementos de Hardcore junto de elementos de Thrash Metal, trazendo influências de bandas como Metallica, sabendo aliar bons riffs a boas melodias, além de muita agressividade na bateria.
Um grande diferencial desse som é, sem dúvida, as linhas de bateria, que conseguem aliar técnica, velocidade e agressividade.
A letra da música é uma espécie de resposta a críticos que falam mal do trabalho dos músicos, falando que eles têm experiência na música e não é à toa que seguem na estrada por mais de 30 anos. Com isso, a banda deixa claro: respeitem “os calo” nas mãos da banda, eles já passaram por muitos desafios e ainda seguem entregando ótimos trabalhos.
O single Os Calo (2025) é o segundo lançamento do próximo álbum da banda, o XXX (2025).
A banda Caos Lúdico chega agora com seu novo single chamado O Que Vale é o Amor, uma canção contagiante, trazendo uma mensagem positiva sobre o amor. Com uma sonoridade que traz influências de Pop Rock, Indie e também com elementos de Reggae, a música te faz querer dançar, além de contar com um refrão perfeito para cantar junto.
Clique abaixo para ouvir esse som.
Formada em 2015 em Brasília, a banda apresenta influências do Rock, Punk, Ska e Reggae. Com um EP de seis músicas – Teoria do Lúdico (2017) – e mais 11 singles, vários deles lançados também como videoclipes – o mais recente, Contra a Chuva, de 2024 -, a banda já esteve em grandes festivais como Fest Rock Brasília (2024), Capital Motoweek (2022), Picnik (2022), Porão do Rock (2020), Cidade Rock (Goiânia, 2020) e Skarnaval no Hangar 110 (São Paulo, 2021). Representou Brasília na edição especial de 10 anos do canal Music Box Brazil, além de ser selecionada e promovida pela GRV Produções na WOMEX The World Music Expo 2022, em Portugal.
Além disso, a banda fez uma turnê nacional passando por cidades como: Brasília, Goiânia, Santo André, São Paulo, Itu, Juiz de Fora, Americana, Curitiba e Rio de Janeiro.
Para saber mais sobre o Caos Lúdico, basta clicar abaixo.
No última dia 31 de janeiro, a Insane Trip, banda que vem despontando no cenário do Rock Nacional, anunciou um novo material gravado em show ao vivo na renomada loja de instrumentos musicais: Guitar Music Shop, localizada na cidade de Ribeirão Preto- SP.
A notícia soou como um verdadeiro presente aos fãs que aguardavam por novidades do grupo após o lançamento do elogiado álbum Identidade em Julho de 2024.
Pelo que se sabe, a banda firmou uma grande parceria com a Guitar Music Shop que culminou na gravação desse novo material.
“Desde o ano passado buscávamos iniciar um trabalho ao vivo, a parceria com a Guitar Music foi o ponto que faltava para acontecer”.
Vinícius Ramos.
Segundo o baixista Tony, que também está trabalhando na edição do novo material, a ideia é ir soltando os vídeos pelo Instagram e YouTube, durante os primeiros meses de 2025.
Outra grande novidade anunciada pelo vocalista Leonardo Ferreira (Coxa), é que o grupo já está trabalhando em um novo single para ser lançado em 2025, o que comprova o crescente momento da banda que já possui 2 álbuns – Reflexoversivo (2019) e Identidade (2024) – além de um EP chamado Humano (2022). Todos os trabalhos estão disponíveis no Spotify e nas demais plataformas.
Criada em 2016 após uma reunião de amigos de escola, a Insane Trip tem fortes influências de sua geração, através do rock nacional e hardcore que marcaram os anos 90 e 2000, como CPM 22, Dead Fish, Charlie Brown Jr. e Detonautas.
A banda é formada por Leonardo Ferreira ‘Coxa’ (vocal), Rafael Corsi ‘Bob’ (guitarra), Vinícius Ramos (guitarra), Demilson Toni (baixo) e Felipe Silva (bateria), que nos últimos anos já fizeram inúmeros shows, somando experiências e criando uma forte conexão com o público.
A banda foi convidada em 2019 participar de um projeto no renomado estúdio Midas em São Paulo. Em 2022 foi convidada para produzir e gravar três videoclipes no Studio Vip, do produtor Dudu Borgues. Em 2024, recebeu o convite para a beira o show da banda Dead Fish, recebendo muitos elogios da renomada banda de Hardcore.
Além disso, a banda fez mais de 330 shows ao longo de sua carreira, entregando sempre o máximo em suas apresentações exaltando o sentimento e a comunhão se transformando em virtudes coletivas.
Para saber mais sobre a banda Insane Trip, basta clicar abaixo.
A banda paulistana Ordem Solar lança seu novo videoclipe. O nome da música é Forte Na Vida e as filmagens foram feitas durante uma apresentação da banda na Estação de Metrô do Brás em São Paulo, no dia 21 de novembro de 2024. As captações de imagem foram feitas por Gio Gorini e a apresentação faz parte do projeto Música no Metrô. A música foi lançada no mês de fevereiro do ano passado.
Confira o videoclipe abaixo.
A Ordem Solar é formada por três grandes amigos: Garcia (voz, baixo), Heitor Sena (bateria) e Caio Bauléo (guitarra). A banda lançou seu primeiro trabalho em novembro de 2023.
Com o peso do Heavy Metal e a energia do Reggae, suas músicas apresentam uma mistura de identidade sonora intensa. Dentre as bandas que os integrantes escutam juntos temos, The Mars Volta, Bob Marley e Paralamas do Sucesso.
O álbum Ordem Solar tem como tema o poder humano usado para criar amor ou terror, na maioria das vezes citados de forma abstrata. A música Astronauta abre o álbum contando a saga de um personagem que renuncia a tudo para ir atrás de algo que vale a pena ser vivido. Já a música O mundo é meu mostra a capacidade de persuasão quando o objetivo é enganar todos a sua volta para se manter dominante.
As canções, vídeos e artes relacionadas à banda foram feitas todas em casa pelos próprios integrantes, não apenas por serem hoje uma banda independente, mas pela arte fazer parte do dia a dia deles. Sendo assim, participar de todo o processo é essencial para a alma da banda.
Para saber mais sobre Ordem Solar, basta clicar nos links abaixo.
Insane (2025) é uma deliciosa música de Indie Rock. A canção é, sem dúvida, a mais diferente do repertório de Guilherme Reis, em um tom mais alegre e dançante, a faixa cativa por sua levada. A letra fala sobre conhecer uma garota e se sentir intimidado por seu jeito “louco” de ser. Os sentimentos contraditórios que levam a loucura e a insanidade. Essa canção fará parte do primeiro álbum do artista que deve ser lançado ainda em 2025.
Ouça abaixo o single Insane (2025).
Guilherme cresceu cercado por músicos, seu pai ensinou seus primeiros acordes no violão quando ele ainda era muito jovem. Aos 10 anos de idade, Guilherme começou a tocar de fato o violão e aos 17 começou suas primeiras aulas de piano. Desde então, Guilherme Reis compôs suas músicas autorais.
Desde então, Guilherme Reis compôs suas músicas autorais. Em 2023 sentiu uma necessidade de expor ao mundo suas músicas e entrou em estúdio para gravá-las. O seu primeiro single foi Goodbye, desde então o músico vem lançando outros trabalhos.
O trabalho do música chega com influências de Indie Rock, Pop Rock e até Rock Alternativo, flertando com musicalidades mais atuais dentro do gênero e trazendo sempre boas referências em sua obra.
Para saber mais sobre Guilherme Reis, clique abaixo.
O Nirvana é, sem dúvida, o grande fenômeno da cena do Rock nos anos 90. Formada na cidade de Aberdeen, próxima a Seattle, pelos amigos Kurt Cobain e Krist Novoselic, o Nirvana mexeu com a história da música com seus riffs inesquecíveis e sua energia intensa no palco e nas músicas.
Tudo começou com Kurt Cobain: ao entrar em um mercado em Montesano (cidade próxima a Abderdeen), Kurt foi abordado por um funcionário do mercado que lhe convidou para ir a um show de Punk Rock que aconteceria ali no estacionamento do mesmo mercado no dia seguinte. O tal show mudou a vida de Kurt Cobain e, consequentemente, a história do Rock. O tal funcionário do mercado era Buzz Osborne, líder do Melvins.
Kurt já gostava de música, gostava de Rock, mas encontrou no Punk Rock a expressão musical que tanto procurava: o Punk trazia a energia que ele sempre quis passar, da forma que sempre quis se expressar. O futuro líder do Nirvana se aproximou de Buzz e o músico do Melvins se tornou amigo e uma espécie de mentor de Kurt, mostrando-lhe mais sobre o Punk Rock e a cena underground.
Ainda na adolescência, Kurt conhece Krist e decide mostrar um material que havia composto e gravado em um gravador simples que havia ganhado de sua tia. Com o nome de Fecal Matter, depois de um tempo, Krist decidiu se juntar a Kurt e juntos iniciaram um projeto que viria a se tornar o Nirvana.
A banda era levada a sério pelos dois, mas nunca encontravam um baterista que realmente quisesse fazer o projeto acontecer. Muita coisa foi acontecendo, desde mudança de Aberdeen, até trocas de bateristas: mas nada disso foi capaz de parar o sonho de Kurt Cobain.
Depois de tocar em algumas festas universitárias e depois de definir o nome Nirvana, os músicos conseguiram assinar com a Sub Pop, um selo extremamente importante para a cena underground de Seattle, sendo o selo responsável pelas primeiras gravações de bandas que ficaram muito conhecidas nos anos 90. O Nirvana é uma dessas bandas e talvez a mais importante.
Ao gravarem o Bleach (1989), a banda foi excursionar pela Europa ao lado da banda Tad. Os shows foram bons e a banda foi bem aceita pelo público da cena underground, mas Kurt sentia que sua banda podia mais e também começou a perceber que a Sub Pop não estava dando atenção suficiente para seu projeto no que dizia respeito à divulgação.
Mesmo já começando a produção do segundo álbum (que também seria lançado pela Sub Pop), Kurt decidiu arriscar e apresentar seu material para outras gravadoras. Acabaram decidindo por assinarem com a Geffen, indicação do Sonic Youth, uma banda que Kurt respeitava muito.
Nesse meio tempo, o Nirvana encontrou a solução para o incansável problema das trocas de bateristas: Dave Grohl, que havia deixado a banda de Punk Rock chamada Scream, foi integrado para ao Nirvana de forma definitiva, trazendo mais intensidade no instrumento e auxiliando muito Kurt Cobain com os backing vocals.
Surpreendentemente, o lançamento do segundo álbum da banda foi um sucesso. Mas não um simples sucesso local, a banda se tornou um fenômeno mundial em poucos meses após o lançamento de Nevermind (1991). Kurt conseguia o que queria e conquistava, enfim, seu espaço na cena do Rock e da música.
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Porém, a pressão que o sucesso repentino lhe trouxe foi tirando a paz do líder do Nirvana. A banda, da noite para o dia, tornou-se mundialmente famosa, sendo tocada incansavelmente nas rádios e na MTV. A banda começou a participar de grandes shows e grandes festivais mundo a fora e tornou-se um fenômeno da música.
A gravadora não queria perder tempo e queria continuar lucrando com a banda e as vendas de discos. Porém, sem tempo para criarem um novo material, a solução foi fazer uma coletânea de sobras e músicas que não estavam lançadas nos dois primeiros discos: o Bleach (1989) e o Nevermind (1991).
A Sub Pop trabalhava com uma espécie de assinatura mensal. Com isso, os clientes tinham direito a receber um compacto por mês de bandas do selo. O Nirvana chegou a gravar algumas músicas para este projeto, além de faixas que foram gravadas, mas não foram selecionadas para os álbuns lançados. Com isso, a Geffen fez um acordo com a Sub Pop e conseguiram lançar o Incesticide (1992). Assim, a banda tinha mais tempo para compor e produzir um novo álbum de inéditas e a gravadora estava satisfeita por conseguir lucrar com as vendas do disco.
O tempo maior de produção para o lançamento do próximo álbum de inéditas da banda se demonstrou acertado, uma vez que em 1993 o Nirvana apresentou o In Utero, um trabalho maduro, intenso e que mostrou toda a evolução da banda. Aqui, eles estavam tecnicamente melhores e mais maduros, o que ajudou a banda a trazer letras melhores e sonoridades ainda mais intensas. Mesmo In Utero (1993) não sendo o mesmo sucesso de vendas de Nevermind (1991), é o álbum preferido de muitos fãs da banda.
Antes da morte de Kurt Cobain, a banda ainda teve tempo de gravar o Unplugged MTV (1994), álbum que veio a ser lançado de forma póstuma. O desafio de deixar de lado as distorções da guitarra foi aceito por Kurt Cobain e companhia e a banda conseguiu mostrar que sabia fazer boas canções também.
O Nirvana foi até ousado, selecionando participações especiais pouco conhecidas e selecionando também um repertório de covers que nem a MTV acreditava. A empresa de TV ficou preocupada, mas a escolha da banda mostrou-se acertada e o Unplugged MTV do Nirvana foi um sucesso.
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