Pearl Jam: “Binaural” completa 25 anos

Muitos conhecem a banda Pearl Jam, principalmente por causa dos grandes sucessos de Ten (1991). Mas, a banda sempre foi muito mais do que isso e sempre lançaram grandes álbuns ao longo de sua grande carreira. Por serem uma banda de muitos álbuns, alguns acabam ficando mais esquecidos do que outros, mas nem por isso deixam de ser bons trabalhos: este é o caso de Binaural (2000).

 

O álbum completa 25 anos no dia 16 de maio. Mesmo não tendo vendido como trabalhos anteriores, há boas músicas nesse disco e você não pode deixar de ouvi-las.

 

A banda passava por um momento turbulento: Eddie Vedder enfrentou uma crise criativa onde não conseguia terminar as letras das músicas. O vocalista até se privou de tocar violão e guitarra para focar nas letras, uma vez que já havia criado boas melodias e bons arranjos. Isso até gerou uma situação engraçada: ele resolveu tocar ukulele nesse período, uma vez que a promessa era não tocar violão. De certa forma, ele burlou sua própria promessa, mas acabou sendo útil para o arranjo da faixa Soon Forget, que contou com um trabalho minimalista.

 

McCready também enfrentava dependência química de remédios prescritos: o músico sofre com a doença de Chron e acabou tendo que lutar contra o vício nos remédios que lhe ajudavam a superar a dor. O guitarrista ainda conseguiu se empenhar na criação de algumas faixas, mas sem dúvida, não foi como em trabalhos anteriores.

 

O disco conta com a estreia de Matt Cameron em trabalhos de estúdio: o músico havia entrado na banda durante a turnê do álbum Yield (1998) após a saída de Jack irons.

 

Mesmo não trazendo grandes hits, o disco conta com ótimas músicas como Breakerfall, Evacuation, Light Years, Nothing as it Seems e Insignificance.

 

O canal da Rockstage no Youtube fez um vídeo falando sobre o álbum, sobre a importância dele na carreira da banda e sobre suas boas músicas. O vídeo faz parte do Rockstage Talks. Quer conferir? Basta clicar abaixo!

 

Speed of Light: música feita por jovens, mas com potencial de gente grande

Speed of Light é uma banda de Rock Alternativo da Califórnia, nos Estados Unidos. A banda é formada pelos irmãos Cameron, Tyler e Riley e juntos eles trazem um som potente, agressivo e com uma sonoridade envolvente.

 

Ouça abaixo Kill the Vibe – Live.

 

 

Esse som traz influências de trabalhos dos anos 70 e 90, sendo agressivo, técnico e intenso. A musicalidade dos irmãos traz uma mistura de Rock Alternativo com Hard Rock, Stoner Rock e Punk Rock.

 

Os irmãos trazem influências de distintas em sua sonoridade: o guitarrista Cameron se inspira em trabalhos como Led Zeppelin, Black Sabbath e White Stripes; já o baterista Tyler se inspira em trabalhos de Punk e Protopunk de bandas como The Dead Boys, The Damned The Stooges; a baixista e vocalista Riley já traz influências de sonoridades mais melancólicas como The Cure, Radiohead e Sonic Youth.

 

Abaixo ouça o single Break – Live.

 

 

O guitarrista Cameron disse que o público e a crítica chegou a considerar o som da banda como Grunge, mas segundo ele, os irmãos não se inspiraram no estilo por não ouvirem bandas do estilo quando começaram. Com as comparações, o trio começou a explorar mais as bandas da cena de Seattle para entender o motivo das comparações.

 

Mesmo sendo jovens e indo “contra a maré”, trazendo uma sonoridade diferente do que os próprios amigos escutam, os irmão seguem com o propósito de fazerem Rock. Músicos desde quando eram crianças e tendo intimidade com a música desde cedo, o power trio segue na ativa e promete lançar ótimos trabalhos de Rock and Roll.

 

 

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Harry Kappen: confira o bom Rock and Roll de “Break These Chains”

Se o que você procura é uma sonoridade que traz influências de Rock and Roll e Classic Rock, então você não pode deixar de conferir agora mesmo o bom single de Harry Kappen chamado Break These Chains (2025). A música faz parte do álbum Four (2025), trabalho que conta com 10 faixas e já está disponível em sua plataforma digital preferida.

 

Ouça abaixo agora mesmo Break These Chains (2025).

 

 

O single traz uma sonoridade que lembra bandas dos anos 70 e 80, trazendo bons trabalhos de guitarra e boa melodia. O single traz influências de trabalhos como o de Peter Frampton e Asia. Se você gosta de trabalhos como esses, também vai gostar de Harry Kappen.

 

A música Break These Chains (2025) conta com um bom riff marcante de guitarra no início e se alterna entre partes animadas e melódicas, além de partes mais suaves. O trabalho de vozes no refrão é marcante e também merece destaque.

 

Se você gosta de um bom trabalho de Rock and Roll com elementos de Classic Rock, então não deixe de conferir Break These Chains (2025) do músico Harry Kappen.

 

 

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Fernóliver: músico relança “Palavras e Palvras”, agora com outra roupagem

O músico Fernóliver acaba de relançar seu single Palavras e Palvras (2025). A música agora apresenta uma nova roupagem e você já pode ouvi-la abaixo.

 

 

A canção Palavras e Palavras (2025), é baseada na questão do cuidado em que devemos ter ao expor o que realmente estamos sentindo através das palavras. Não devemos omitir nossa sinceridade, mas a forma de como transbordamos o que realmente estamos sentindo pode deixar marcas irreversíveis em quem o recebe.

 

Sobre Fernóliver

 

Projeto de Rock Alternativo, cujas canções abordam de maneira geral temas existenciais, sentimentos humanos, contemporaneidade e fé.

 

Idealizado e liderado pelo compositor, músico e cantor Anderson Fernóliver, o projeto conta com as colaborações ativas de Bruno Rics, Nelson Rodrigo e Léo Fox. Todos amigos e parceiros de longa data em projetos diversos dentro e fora da música.

 

O projeto Fernóliver foi oficialmente lançado no ano de 2017. Desde então vem realizando um trabalho despretensioso, porém com alguns feitos importantes como a divulgação de uma de suas músicas em rede nacional na rádio transamérica FM.

 

Agora em 2025, ano em que completa 7 anos, Fernóliver se recompõe para retomar o projeto de maneira mais intencional a fim de dividir experiências, crenças e convicções a quem se identifique com sua arte.

 

As maiores influências para a concepção sonora do projeto vêm de bandas e artistas alternativos dos anos 90/00 tais como, Radiohead, Silverchair, Incubus, Morrissey, Alanis Morrissete, entre outros.

 

 

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Supergrupo: as características marcantes de Audioslave e Velvet Revolver

Os anos 2000 chegaram cheios de surpresas. Dentre elas, o surgimento de dois grandes supergrupos do Rock: Audioslave e Velvet Revolver.

 

Depois da saída de Zack de la Rocha do Rage Against the Machine, os músicos remanescentes entraram em contato com Chris Cornell, que estava em hiato com o Soundgarden e seguia carreira solo. Depois de alguns ensaios, decidiram criar um novo projeto; surgia assim o Audioslave.

 

Trazendo aquele instrumental bem trabalhado, bem entrosado e intenso dos instrumentistas junto das boas letras, das boas melodias e do ótimo vocal de Cornell, o trabalho rendeu bons frutos. O supergrupo não durou muito tempo, mas foi o suficiente para lançarem 3 álbuns: Audioslave (2002), Out of Exyle (2005) e Revelations (2006).

 

A sonoridade do Audioslave uniu os bons trabalhos instrumentais com letras envolventes e melodias marcantes. A potência vocal de Cornell junto da criatividade de Morello fez com que a supergrupo fosse um sucesso desde o primeiro álbum.

 

Devido a problemas de relacionamento, Chris acabou deixando o projeto e tempos depois voltou com o Soundgarden; Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk voltaram a tocar com Zack de la Rocha no Rage Against the Machine e depois fizeram outro projeto chamado Prophets of Rage.

 

Já o Velvet Revolver surgiu pouco tempo depois do surgimento do Audioslave. Tudo começou com os remanescentes do Guns N’ Roses se juntando para tocarem juntos novamente. O projeto contava com Slash e Izzy Stradlin nas guitarras, Duff McKagan no baixo e Matt Sorum na bateria. Tudo fluía bem entre os músicos e Izzy e Duff se alternavam nos vocais. Porém, os músicos achavam que precisavam de um bom vocalista, um verdadeiro frontman para poder colocarem em prática o projeto; o guitarrista Izzy discordava e queria manter como estava.

 

Sendo assim, o guitarrista Izzy acabou deixando o projeto e em seu lugar entrou o músico Dave Kushner, guitarrista da banda Punk chamada Wasted Youth.

 

Com o encerramento das atividades do Stone Temple Pilots, os músicos remanescentes do Guns decidiram convidar o vocalista Scott Weiland para o projeto. De início, tudo fluiu muito bem e logo já lançaram o Contraband (2004). Porém, com o passar do tempo e os problemas que o vocalista causava com atrasos e abusos, depois do lançamento de Libertad (2006) os músicos acabaram demitindo Scott.

 

A sonoridade do Velvet Revolver trazia a agressividade do Hard Rock junto das boas melodias de Scott Weiland. O vocalista, além de ser bom compositor, era um músico bem performático, entregando ótimas apresentações ao vivo com sua boa presença de palco.

 

O projeto entrou em hiato. Por volta de 2012 eles voltaram a compor, mas não tinham definido um novo vocalista. Tempos depois, Slash e Duff acabaram voltando para o Guns N’ Roses e Scott Weiland acabou falecendo; com tudo isso, aparentemente o projeto não volta mais.

 

O canal da Rockstage falou um pouco mais sobre esses dois grandes supergrupos do Rock. O quadro se chama Rockstage Talks e você pode conferir abaixo já! Mas, para você: qual desses dois supergrupos lhe impactou?

 

4 Given: banda lança seu primeiro single “Continuar”

Continuar (2025) é uma canção que fala sobre uma luta muito dura contra a depressão. As marcas dessa luta se transformaram em um grande Hardcore Melódico, cheio de nuances. A melodia transforma a letra em música, com riffs de guitarra pesados, um baixo marcado e uma bateria alucinante. Continuar (2025) é o início de uma grande jornada da banda iniciante 4 Given.

Ouça o single Continuar (2025) abaixo.

A banda surgiu das cinzas de histórias pessoais de redenção e superação. O nome reflete a ideia de ser “perdoado” — seja por erros do passado, por traumas ou por escolhas difíceis. A música da banda é uma mistura de rock emocional com letras profundas, que falam sobre arrependimento, segundas chances e a luta para encontrar a luz no fim do túnel.

A banda planeja o lançamento da sua segunda música ainda no primeiro semestre de 2025.

 

Para saber mais sobre 4 Given basta clicar abaixo.

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Falso Morel Lança Seu O EP “Morrer pra renascer”

Depois do sucesso de seu disco de estreia, Distopia em Pindorama, que teve mais de 90 mil streams nas plataformas de streaming e foi ouvido em 138 países, a banda mineira Falso Morel abre 2025 com uma grande novidade e uma revolução. O grupo lançou recentemente seu segundo EP, Morrer pra renascer, o primeiro de uma trilogia que revoluciona com muito conceito e uma mistura incrível de instrumentos, sons e sensações.

 

Morrer pra Renascer (2025) é um disco que tem muito de Alt Rock, Indie, Shoegaze e isergia, mas revoluciona adicionando elementos totalmente inesperados ao som de guitarras, baixo, piano e bateria. A Falso Morel incorporou a shakuhachi, uma flauta de bambu japonesa, ligada aos monges budistas, meditação e conexão com a natureza e os animais, ao seu rock alternativo e moderno, criando um som inovador, único e muito criativo, unindo o Oriente ao Ocidente.

 

“A shakuhachi é a flauta mais difícil de tocar no mundo, e usada em músicas tradicionais japonesas e também para meditação e em templos budistas. É um instrumento lindo, único e muito tradicional, foi um desafio muito gostoso incorporar ela ao nosso estilo e provocar essa mistura de Oriente com Ocidente, tradicional com moderno, introspectivo com explosivo. A mistura ficou muito gostosa e dançante.”

Gabriel Pazini

 

A banda, crescente na cena musical alternativa e criativa de BH, traz em Morrer pra renascer uma contagiante mistura de estilos, solos viajantes, lisergia, viradas inesperadas, riffs e muito conceito.

 

Ouça o EP Morrer pra Renascer (2025).

 

 

Morrer pra renascer tem quatro músicas: Baú de sonhos, 0402, Estações e Alcatraz. Você começa o disco abrindo um baú de sonhos e termina em Alcatraz, mas não é bem “Alcatraz” como muita gente pensa, porque a música traz uma mensagem não de prisão, mas de libertação. A canção, como todo o disco, fala de tempo, amadurecimento, entendimento, distância, relacionamentos, amor, paixão, dor e tristeza.”

Gabriel Pazini

 

“Depois de abrir o ‘Baú de sonhos’, passamos por ‘0402’. É uma música que começa introspectiva, contemplativa, doce, mas também muito viajada abusando dos delays trazendo a lisergia e com três guitarras e um violão, mas depois de forma inesperada, como é a vida e são os relacionamentos, tem uma virada que a torna pulsante, com guitarras distorcidas, o vocal limpo se transformando em um vocal com muito drive, e um solo muito dançante e de viajar, antes de voltar a ficar calma novamente. É uma música que causa essas sensações diferentes, de você viajar, dançar, bater cabeça, mas também ficar mais contemplativo e calmo. Fases, né, como é na nossa vida”, comenta o compositor.

 

“De ‘0402’, vamos para ‘Estações’, uma das minhas letras mais poéticas e preferidas, e que tem um pouco de inspiração, em alguns versos, do escritor Caio Fernando Abreu e seu livro ‘Morangos Mofados’. Como são as estações, a música também tem suas viradas de tempo, velocidade, sentimentos e sensações. Pra fechar, ‘Alcatraz’, por mais que a gente fique e se sinta preso em algumas situações, não é sobre estar se sentindo assim, mas traz uma mensagem de libertação, tempo, amadurecimento e entendimento”, completa.

 

Primeiro disco de uma trilogia, a Falso Morel promete que os novos trabalhos sairão em breve e vão seguir um caminho revolucionário. “Esse disco não conta toda a história que queremos contar, é apenas a primeira parte. A segunda parte já está gravada e pronta, será lançada em breve, e a terceira e última já está sendo produzida. Nossas próximas músicas vão seguir o caminho de mistura de estilos, sons e sensações e ser inovadoras, não sendo e fazendo o que todo mundo faz”, diz Pazini.

Sobre a banda

 

Criada em Belo Horizonte em 2022, Falso Morel é uma banda formada por Gabriel Pazini (voz, violão, guitarra, baixo, piano e shakuhachi), Lucas Eufrosino (baixo, guitarra e voz) e Vitor Moura (bateria). A banda lançou seu EP de estreia, Distopia em Pindorama, em outubro de 2023, de forma independente. O disco foi gravado ao vivo e distribuído pela Ditto Music, mesma distribuidora dos discos de estreia de Ed Sheeran e Sam Smith. A capa é obra do designer gráfico Glauber Tanaka, de São Paulo.

 

Em fevereiro de 2025, a banda lança seu segundo EP, Morrer pra renascer, depois do sucesso de seu álbum de estreia, que teve mais de 90 mil streams nas plataformas digitais e foi ouvido em 138 países. Com a mesma distribuidora e capa feita por Lua Catake, multiartista de BH, o segundo disco da banda adiciona piano e shakuhachi ao seu som único, inovador e muito criativo, unindo o Oriente ao Ocidente, o tradicional ao moderno, o introspectivo ao explosivo e trazendo uma flauta de bambu japonesa ligada aos monges budistas e meditação para sua mistura de Alt Rock, Indie, Shoegaze e Lisergia.

 

Enquanto Distopia em Pindorama abordou temas sociais e políticos, e também temas psicológicos atuais, Morrer pra renascer é o primeiro disco de uma trilogia que vai numa linha mais pessoal, abordando tempo, amadurecimento e entendimento, além de relações, distância, amor, paixão, dor e tristeza.

 

 

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Supergrupos do Grunge: saiba mais sobre Mad Season e Temple of the Dog

Toda geração tem seu estilo musical em destaque. Nos anos 90, o que estava no auge era o Grunge e a geração também teve seus supergrupos. Dois dos mais conhecidos foram Temple of the Dog e Mad Season.

 

O Temple of the Dog contou com Chris Cornell (vocais) e Matt Cameron (bateria) do Soundgarden, além de Jeff Ament (baixo), Stone Gossard (guitarra) e Mike McCready (guitarra) do Pearl Jam. O álbum que a banda lançou ainda contou com Eddie Vedder dividindo os vocais com Chris Cornell.

 

A banda existiu com um propósito: fazer uma homenagem a Andrew Wood, vocalista do Mother Love Bone (banda onde Jeff Ament e Sotne Gossard tocavam). Wood era muito amigo de Cornell e quando o vocalista do Soundgarden perdeu seu amigo, escreveu algumas músicas para homenageá-lo. A ideia era ser algo simples, mas o projeto ganhou forma e virou um projeto real, lançando um álbum chamado Temple of the Dog (1991).

 

O Mad Season já surgiu depois e foi uma espécie de terapia para os integrantes: o guitarrista Mike McCready havia saído de uma turnê do Pearl Jam e decidiu cuidar de saúde se internando em uma clínica, uma vez que estava abusando um pouco dos ilícitos. Lá, o músico conheceu o baixista. Para completar o projeto, os músicos Barret Martin (baterista do Screaming Trees) e Layne Staley (vocalista do Alice in Chains). Além deles, o vocalista Mark Lanegan (Screaming Trees) também participou do projeto ajudando em composições, backing vocals e até vocais principais. Como todos haviam tido problemas com os ilícitos e também com depressão, o projeto foi uma forma de todos se manterem sóbrios e juntos nessa luta.

 

O Mad Season lançou apenas um álbum, o Above (1995). A ideia era que o projeto seguisse com mais álbuns. Como todos os integrantes se mantinham ocupados em seus projetos principais, a ideia era que o Mad Season fosse um trabalho sem muita pressão para gravarem e fazerem shows. Os músicos até gravaram faixas instrumentais, mas que ficaram sem letra e sem vocais por muito tempo. Após a morte de e de Layne Staley, os integrantes remanescentes pediram para que Mark Lanegan colocasse e letra e vocais em três desses trabalhos instrumentais. Sendo assim, na edição de aniversário do álbum Above, o público conheceu três músicas inéditas.

 

No canal da Rockstage você confere um vídeo comparando os dois álbuns: Temple of the Dog (1991) de Temple of the Dog e Above (1995) de Mad Season. O quadro se chama Rockstage Talks e você já pode conferi-lo abaixo! Em seguida, uma playlist para você começar a conhecer os projetos!

 

 

XDB: conheça o bom Hard Rock do projeto em “When the Love is Gone”

Se você gosta daquela sonoridade de Hard Rock dos anos 80, então você não pode deixar de clicar acima para conhecer o bom single de XDB em sua boa música chamada When the Love is Gone.

 

A música aposta em uma melodia bastante marcante, além de um refrão gostoso de ouvir e que, sem dúvida, faz você querer cantar junto. A faixa traz, além da boa melodia, trabalhos de guitarra que se destacam bastante por sua velocidade e sonoridade bem trabalhada.

 

O single traz elementos sonoros que lembram o trabalho de bandas como Whitesnake, Survivor e Europe, apostando em boas melodias e um refrão que, sem dúvida, é marcante.

 

 

O projeto musical consegue aliar técnica e emoção e surge como um bom trabalho que aposta no clássico de elementos do Hard Rock para apresentar sua obra. Para saber mais sobre XDB e acompanhar melhor seu trabalho, basta clicar nos links abaixo.

 

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Cães de Aluguel: banda lança seu primeiro single “Dia Cão”

A banda chamada Cães de Aluguel lança seu single de estreia. Com o nome de Dia Cão (2025) e com uma energia muito Rockabilly dos anos 50, a canção fala sobre um dia de diversão, encontrar os amigos no bar, tomar cerveja e beber whiskey. A música sintetiza muito bem as palavras cantadas.

 

Ouça o single abaixo!

 

 

A música foi gravada de maneira independente e tudo pelos próprios músicos.

 

Cães de Aluguel estreou em 2016 e já tocou nas principais casas de shows de Macapá. A banda conta com a originalidade do vocalista e guitarrista Celinho Santos, a pegada precisa na bateria de Anderson Coutinho e os grooves marcantes de Wender Lopes.

 

Com um som inspirado no Rock Clássico, a banda tem como influências os trabalhos de ACDC, ZZTOP, Rolling Stones e até o Rock dos anos 90 como o Grunge. As canções buscam contar o cotidiano da vida de seus integrantes, falando sobre amor, sexo e rock.

 

 

Para saber mais sobre Cães de Aluguel basta clicar nos links abaixo.

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