Fidelidade di Aluguel: conheça o single “Eu Creio”

Se você gosta de Rock and Roll e Rock Alternativo, não deixe de clicar abaixo agora mesmo para conhecer o mais novo e bom trabalho da banda Fidelidade di Aluguel. O nome de seu mais novo trabalho é Eu Creio (2026) e você já pode ouvi-lo em sua plataforma digital preferida.

 

Formada em maio de 2023, a banda apresenta uma sonoridade que desafia os rótulos convencionais, promovendo um encontro inusitado entre o peso instrumental e o lirismo romântico.

 

Os destaques ficam para as boas linhas de bateria e também para o bom trabalho de guitarra.

 

 

Eu Creio (2026) não é uma balada convencional. A faixa é construída sobre uma base de riffs de guitarra pesados, uma bateria poderosa e um baixo marcado, que remetem à força do rock clássico e alternativo, aliás a sonoridade da banda flerta bastante entre o Rock and Roll e o Rock Alternativo nesse single.

 

O grande diferencial que a banda apresenta em seu trabalho surge justamente no contraste: enquanto os instrumentos entregam energia e intensidade, a voz de Dimitrius (Dimi) conduz a letra poética com uma suavidade que toca o coração do ouvinte, falando sobre amor e ideias positivas.

 

Não deixe de ouvir esse bom trabalho da banda Fidelidade di Aluguel.

 

Linkin Park: sua boa estreia no mainstream com “Hybrid Theory”

 

Poucas bandas conseguem o impacto imediato como o Linkin Park conseguiu com sua estreia. O disco Hybrid Theory (2000) já chegou com grandes músicas que são lembradas até o dia de hoje como Crawling, In the End e One Step Closer, faixas que ajudaram a mudar de uma vez por todas o cenário musical da época.

 

Os anos 90 vieram junto com uma novidade: o New Metal. Misturando elementos de Rock e Metal a estilos como Rap e Música Eletrônica, a banda conseguiu se conectar bem com a juventude da época e conquistou o mundo com grandes músicas e shows inesquecíveis.

 

O impacto da banda no cenário Pop foi imediato e, ao lado de bandas como Limp Bizkit, Deftones, Korn e Slipknot, formaram a base do que foi conhecido como New Metal e dominou a cena musical entre os anos 90 e 2000.

O Linkin Park, provavelmente, seja para a geração que viveu sua juventude nos anos 2000 o que o Nirvana havia sido na década anterior.

 

 

O disco de estreia da banda já trouxe grandes sucessos, mas também contou com um “lado B” cheio de boas músicas como By Myself, Papercut e With You.

 

O disco chegou em segundo lugar na Billboard 200 e atingiu a marca de 32 milhões de cópias vendidas, tornando-se o álbum mais vendido da banda; um marco e tanto para um trabalho de estreia.

 

Liderada por Mike Shinoda, o disco ainda contou com as boas letras e potência vocal marcante do vocalista Chester Bennington. O disco foi produzido por Don Gilmore.

 

O álbum foi extremamente importante para que a banda se consolidasse na cena musical e se tornasse o fenômeno que arrastou multidões pelo mundo.

 

System of a Down: “Prison Song” expõe a hipocrisia do sistema

 

Um dos grandes nomes do New Metal, o System of a Down nunca teve medo de expor suas ideias e atacar quem fosse. Essa situação fica bem clara quando falamos da música Prison Song, a faixa de abertura do álbum Toxicity (2001), um dos melhores já lançados pela banda.

 

A música traz uma abertura diferenciada, causando tensão e expectativa no ouvinte. Mas, o mais impactante da música (claro, além de sua intensidade) é sua crítica ferrenha ao sistema, uma vez que muitos são encarcerados por comprarem e venderem “substâncias ilícitas”, as mesmas facilmente conseguidas (e, obviamente, sem punição alguma) pelos poderosos de Hollywood. A letra é direta expondo tal hipocrisia, principalmente por existirem cadeias lotadas de pessoas que praticam os mesmos atos de famosos da TV e do cinema, porém, enquanto os poderosos se divertem cada vez mais e estão livres, quem não faz parte do “grupo” acaba se tornando mais um presidiário.

 

Mas, além dessa crítica direta, podemos também entender o tema central como uma prisão psicológica, uma vez que os poderosos que dominam o sistema também dominam a mídia e criam histórias, desenhos, séries e filmes para passar suas ideologias, para lucrarem e para nos fazerem de fantoches. Sim, estamos em uma prisão e nem estamos nos dando conta disso.

 

A intensidade da música, os questionamentos abordados pela banda e a sonoridade apresentada pelo System of a Down, além de sua postura, mostram que a banda não tem medo de abordar temas polêmicos e defende suas ideias. O sistema tem se mostrado cada vez mais “podre” e, com certeza, o que nos foi apresentado até agora com os casos mais recentes não passa da ponta de um grande iceberg de escândalos ainda maiores.

 

Sem dúvida, estamos em uma prisão e somos meros fantoches na mão de um sistema corrupto, sem escrúpulos e sem o menor senso de justiça. Quando acordaremos para sair desta tal “prisão”? Talvez seja essa a pergunta central colocada pela banda.

 

 

 

Engenheiros do Hawaii: quem são as frágeis testemunhas citadas em “Refrão de Bolero”?

 

Os Engenheiros do Hawaii são, sem dúvida, uma das maiores bandas do Rock Nacional de todos os tempos. A banda teve uma carreira repleta de bons álbuns, trabalhos que marcaram a vida de muitos amantes da boa música.

 

Humberto Gessinger era estudante de arquitetura quando abandonou a faculdade para seguir carreira na música. Mas, ele também era um grande leitor de filosofia, de romances, de escritores existencialistas e de poemas. Toda esse vasto conhecimento de literatura ajudou muito o líder dos Engenheiros para criar boas letras para suas músicas.

 

Uma das grandes músicas da banda é, sem dúvida, Refrão de Bolero, grande hit presente no disco A Revolta dos Dândis (1987), álbum que mudou a sonoridade da banda e a colocou como uma das melhores do Rock Nacional.

 

Em um certo trecho da música, Gessinger canta “frágeis testemunhas” e essa menção já trouxe alguns questionamentos e até teorias da conspiração: quem seriam as tais testemunhas? Teorias chegaram até a falar sobre um aborto que a tal “Ana” mencionada na música teria praticado e que Humberto sabia e era o pai. Mas, não, isso não passa de uma lenda.

 

Na verdade, as testemunhas a quem Gessinger se refere são suas próprias unhas roídas; elas sim presenciaram quando ele cometeu o tal “crime sem perdão” por ter falado “nem pensar” e depois se arrependido.

 

A descrição dessa música é sensacional, fazendo você enxergar a cena de um rapaz arrependido de alguma atitude ao lado de um vinho barato e um cigarro no cinzeiro, olhando para suas unhas roídas e se questionando o motivo de ter tomado tal atitude errada. O que Gessinger fez aqui foi criar uma cena bem descritiva, a ponto de parecer um roteiro de um filme de drama.

 

Mesmo com muitas lendas, a resposta é bem mais simples do que possa parecer, mas nem por isso deixa de ser genial.

 

 

Vasta Clara lança “Renascer”, primeiro single pelo selo Rockstage Music

O projeto Vasta Clara acaba de lançar o single “Renascer”, marcando oficialmente a estreia do selo Rockstage Music. A faixa representa não apenas um novo capítulo artístico para o projeto, mas também o ponto de partida de uma iniciativa que busca fortalecer o rock autoral e independente no Brasil. Confira abaixo:

 

 

“Renascer” apresenta uma sonoridade densa, influenciada pelo grunge e pelo rock alternativo, conduzida por letras profundas que abordam temas como recomeço, fé, transformação interior e esperança. A música traduz com precisão a identidade do Vasta Clara, um projeto que une peso, poesia e espiritualidade, explorando conflitos internos, vazio existencial e redenção sem abrir mão da força estética do rock moderno. Vale citar que a faixa tem a participação do baixista da Velvet Chains, Nils Goldschmidt.

 

Rockstage Music

O lançamento do single também simboliza o nascimento da Rockstage Music, selo criado a partir da experiência editorial da Rockstage, com o objetivo de apoiar, divulgar e impulsionar artistas independentes que carregam identidade, autenticidade e propósito em sua música. Mais do que um selo fonográfico, a Rockstage Music surge como um espaço de acolhimento criativo, direcionamento e conexão com um público que valoriza obras autorais e verdadeiras.

 

A Rockstage Music nasce aberta a novas parcerias e convida bandas e artistas independentes interessados em fazer parte do selo a entrarem em contato. O canal oficial para apresentação de projetos é o e-mail rockstagebrasil@gmail.com.

 

Com “Renascer” e o lançamento da Rockstage Music, a Rockstage amplia sua atuação na cena independente, transformando conteúdo, curadoria e música em um mesmo movimento em favor do rock autoral nacional.

NX Zero: a esperança descrita em “Só Rezo”

Nos dias de hoje, a fé é uma das únicas coisas que mantem muitas pessoas firmes e sem desistir. A letra de Só Rezo, faixa conhecida da banda NX Zero, fala exatamente sobre isso.

 

A vida nem sempre é fácil e nem sempre estamos vivendo da forma que queremos ou no lugar que queremos. Muitas vezes, é a fé que nos motiva a seguir adiante, mesmo diante das adversidades.

 

“Acredito que vai ficar tudo bem” é a frase mais impactante da música, uma vez que mostra a total esperança de dias e momentos melhores.

 

A faixa Só Rezo faz parte do álbum Sete Vidas (2009) e traz uma maturidade maior da banda, que ganhou destaque na cena Emocore dos anos 2000. Diferente dos álbuns que fizeram a banda ganhar notoriedade no início dos anos 2000, aqui no fim da década a banda trouxe um estilo mais voltado para Rock Alternativo, flertando com sonoridades que ganharam a cena do Rock mundial no início dos anos 90. Essa maturidade também ficou evidente nas letras, deixando de lado letras adolescentes que falavam apenas de relacionamentos.

 

A música traz mais intensidade e consegue aliar isso à boa melodia que a banda sempre soube trazer em suas músicas. O álbum traz mais maturidade da banda e mostra a evolução instrumental de seus integrantes.

 

A letra de Só Rezo traz esperança para as pessoas que se sentem perdidas, é um afago em um momento de tristeza, de angústia e de solidão. Confiar que tudo vai ficar bem é a esperança de dias melhores e, às vezes, é o que nos mantém firmes nas lutas do dia a dia.

 

Nirvana: a escolha ousada de Kurt Cobain no Unplugged MTV

 

O Nirvana foi uma das maiores bandas de Rock dos anos 90 e de todos os tempos, sendo um grupo que marcou história na música abrindo espaço para toda uma boa geração de Rock Alternativo que surgiu entre o fim dos anos 80 e início dos anos 90. A marca da banda foi a presença de Kurt Cobain, sendo icônico e excêntrico desde sua forma de compor até sua forma de dar entrevistas e de se portar no palco.

 

Mas, além disso, o líder da banda sempre foi ousado em suas escolhas. Uma delas foi no icônico Unplugged MTV, gravado pelo Nirvana no final de 1993 e se tornando um enorme sucesso para a banda e para a emissora de TV.

 

A MTV queria o Nirvana para seu produto chamado Unplugged, um formato que era recém criado na época e que estava trazendo muito retorno para a MTV e também para as bandas. Sabendo que a banda de Kurt Cobain sempre dependeu das guitarras distorcidas para trabalhar seu som, eles sabiam que não seria fácil convencer o grupo a participar. Mas, a banda, com o lançamento do Nevermind (1991), tornou-se um dos maiores nomes da geração, então a emissora sabia que seria um sucesso e que tinha que convencer o Nirvana a participar.

 

Com isso, a emissora acabou aceitando todas as condições impostas pela banda. Além de não querer palpite no repertório e de não querer repetir nenhuma música, a banda ainda exigiu convidados especiais. A MTV ficou feliz com isso, mas mal ela sabia que Kurt não estava pensando em um dueto aclamado com Eddie Vedder ou Chris Cornell, mas que iria chamar a desconhecida banda Meat Puppets.

 

Os Meat Puppets são uma banda de Rock Alternativo que se encaixaram naquela cena Grunge do início dos anos 90. Na época, a banda tinha público no underground, mas era desconhecida do grande público. Com um repertório cheio de releituras para o unplugged, o Nirvana convidou seus amigos da desconhecida banda para apresentarem juntos três músicas: Lake of Fire, Plateau e Oh Me.

 

As três músicas fazem parte do repertório dos Meat Puppets e ficaram muito boas no Unplugged in New York do Nirvana. A emissora chegou a ficar apreensiva com a recepção do público, não só por essas três músicas, mas também pela escolha total do repertório feita por Kurt Cobain.

 

De qualquer forma, o show acabou sendo marcante e provou que a banda fez uma boa escolha, tornando-se um dos acústicos mais vendidos e mais aclamados de todos os tempos, mesmo com a ousadia de Kurt Cobain.

 

 

Charlie Brown Jr: Chorão não fala “guerra” no refrão?

 

Proibida pra mim é um dos maiores hits do álbum de estreia do Charlie Brown Jr, uma das bandas de maior sucesso do Rock Nacional. Sendo uma música com uma sonoridade animada e bem interessante, misturando elementos de Rock Alternativo e Ska, a faixa é uma declaração de amor de Chorão para a mulher que viria a ser sua esposa, Graziela Gonçalves, apelidada de Grazon.

 

Na letra da música, Chorão descreve a situação inusitada de Graziela ter achado seu cabelo engraçado e diferente do comum. Aliás, Chorão tinha um estilo exótico, então se vestia e se comportava diferente das outras pessoas.

 

Porém, algo que costuma ser unânime é a fala no fim do refrão: muitos achavam que Chorão cantava “guerra” depois da frase “Se não eu, quem vai fazer você feliz?”, mas não é bem isso que ele diz.

 

 

A verdade é que ele faz uma espécie de “Yarra”, uma expressão que não tem um significado específico. Essa confusão pode ter sido causada pela regravação do músico Zeca Baleiro que introduziu a palavra “guerra” ao refrão de sua releitura, trazendo uma ideia de “luta pela felicidade”, declarando guerra contra todos os outros possíveis pretendentes da amada.

 

Pelo jeito, a ideia inicial de Chorão não era essa, mas, sem dúvida, sabemos que pelo jeito excêntrico do vocalista do Charlie Brown Jr, ele iria para a guerra para conquistar seu objetivo, mesmo que fosse por um objetivo amoroso. Afinal, a Grazon sempre foi o grande amor de sua vida.

 

 

Vasta Clara anuncia novo single com participação de Nils Goldschmidt da Velvet Chains

O projeto Vasta Clara, liderado por Rikky Sainn, lança no dia 10 de fevereiro o single “Renascer”, dando sequência à sua proposta de rock denso, espiritual e cheio de influências do grunge. A faixa conta com a participação especial de Nils Goldschmidt, baixista da banda Velvet Chains, responsável pelas linhas de baixo do novo single.

 

Esta é a segunda colaboração entre Nils e Rikky. A primeira colaboração aconteceu no single “Vítima”. Sobre a nova faixa, Nils comentou que “Renascer” carrega uma forte vibe grunge, destacando também a satisfação em contribuir novamente com o projeto e com a construção sonora da música.

 

“Renascer” aborda temas como aridez espiritual, espera e esperança, utilizando imagens simbólicas inspiradas em referências bíblicas e existenciais. O lançamento acontece inicialmente pelo YouTube, acompanhado de um videoclipe produzido com inteligência artificial, formato já característico do Vasta Clara. Posteriormente, o single também será disponibilizado nos serviços de streaming.

 

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CPM 22: “Suor e Sacrifício”, o álbum mais Hardcore da banda

 

O CPM 22 já foi a maior banda de Rock do Brasil ali em meados dos anos 2000 com grandes hits como Dias Atrás, Não Sei Viver Sem ter você e Um Minuto para o fim do mundo. Porém, você já chegou a ouvir o álbum da banda chamado Suor e Sacrifício (2017)? Se ainda não ouviu, você não sabe o que está perdendo!

 

É inegável que a banda ainda segue sendo bem relevante na cena Rock, fazendo shows por todo o Brasil e animando o público por onde passa, mas uma vez que a banda já tem uma carreira consolidada, não é todo mundo que vai atrás de ouvir os novos trabalhos do CPM 22.

 

Suor e Sacrifício (2017) nem é um álbum tão novo assim, já que neste ano completará nove anos de lançamento, mas por ser um dos últimos lançamentos da banda, nem todo mundo deu a devida atenção que este ótimo disco merecia.

 

Como a banda já não precisa mais ficar acatando “dicas” de produtores e de gravadora, o disco chegou com uma sonoridade mais intensa, direta e crua, onde a banda conseguiu explorar uma sonoridade mais voltada para o Hardcore e para o Punk que chamaram a atenção dos integrantes lá nos anos 80 e 90 e que fizeram com que eles quisessem seguir na carreira musical.

 

O disco é bem mais técnico e pesado que os anteriores e aqui a banda traz fortes referências de Bad Religion e NOFX, por exemplo, trabalhos que influenciaram diretamente o trabalho do CPM 22.

 

O álbum todo merece destaque, mas as músicas Combustível, Honrar Teu Nome e Ser Mais Simples merecem uma atenção especial.

 

Honrar Teu Nome é uma letra de Badauí para seu pai, já falecido. O músico fez uma bela homenagem póstuma agradecendo seu pai pelos ensinamentos e prometendo honrar todos eles sendo a melhor pessoa que ele puder para seus amigos e familiares, assim como foi ensinado. A sonoridade dessa faixa traz muita influência de Hardcore dos anos 90, mostrando bastante intensidade.

 

Combustível é a faixa que abre o álbum e mostra que a banda não está para brincadeira! Trazendo velocidade, agressividade, alternando entre velocidade e melodia, a música traz uma boa mensagem e flerta bastante com a sonoridade do Bad Religion.

 

 

Ser Mais Simples lembra um pouco mais o que o CPM 22 fazia no início do século, mas também apresenta uma alternância entre melodia e agressividade. Mesmo apostando na temática que fez a banda se sobressair e conquistar o país, aqui vemos uma letra mais madura e um olhar mais sereno para os problemas de relacionamento, tentando encontrar uma solução para isso. A frase mais marcante da faixa é, sem dúvida, “vou pagar pelas escolhas que eu fiz”, deixando bem claro a maturidade do eu lírico perante as escolhas feitas ao longo da vida.

 

De qualquer forma, o disco Suor e Sacrifício (2017) apresenta um lado mais técnico e mais agressivo do CPM 22, mostrando que a banda ainda tem “muita lenha para queimar” e convidando o público a não ficar apenas preso nos hits nostálgicos.