Graduado em letras, professor de português, músico, compositor, redator, divulgador musical, produtor de conteúdo, editor, curador musical e influenciador digital.
I Don’t Wanna Miss You, é um ótimo trabalho de Folk Rock e que chega otimista tanto em sua letra quanto em sua sonoridade. A canção fará parte de uma trilogia que começou a ser lançada com a música Songs From August e terminará com o lançamento da próxima música, que acontecerá em dezembro.
Conheça esse bom lançamento abaixo.
Guilherme cresceu cercado por músicos; seu pai ensinou seus primeiros acordes no violão quando ele ainda era muito jovem. Aos 10 anos de idade, o músico começou a tocar de fato o violão e aos 17 começou suas primeiras aulas de piano.
Desde então, Guilherme M Reis compôs suas músicas autorais. Em 2023 sentiu uma necessidade de expor ao mundo suas músicas e entrou em estúdio para gravá-las. O seu primeiro single foi da canção Goodbyee, desde então, já lançou outros sete singles. Agora o músico se prepara para o lançamento do seu primeiro álbum em 2025.
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“Quando morre gente mais do que se formam casais”; uma frase forte, mas que demonstra o quão as pessoas estão distantes umas das outras. O que seria? Falta de amor?
A faixa Quem Vai Nos Salvar?faz parte do álbum Pessoas (2019), um trabalho que trata sobre, como o nome diz, pessoas, seus medos, seus acertos e como lidamos uns com os outros nos dias atuais. A música em questão traz algumas reflexões: a violência talvez seja uma das milhares de responsáveis em nos afastar. Mas provavelmente não é o maior motivo.
A verdade é que o egoísmo tem sido cada vez mais visto e vivido. Talvez sejamos a geração com mais recursos e com mais chance de ajudar ao próximo e, mesmo assim, ficamos esperando que alguém “venha nos salvar” ou vá salvar o próximo. Mas, por que não eu?
É claro, uma pessoa só não vai mudar o mundo, porém nem é essa a ideia; se cada um fizer sua parte, se cada um se aproximar de um amigo, um vizinho, um desconhecido e oferecer-lhe aquilo que ele precisa (seja um ombro amigo, seja comida, seja oportunidade), a tendência é que fique melhor para todos. Mas, se a receita não é das mais difíceis, por que então não fazemos?
Como a primeira frase da música mesmo diz: “Não somos feitos de respostas”. É bem isso mesmo: muitos questionamentos e poucas respostas. “Enquanto todo mundo vive por si, solidão”: seria solidão ou egoísmo?
São tantas perguntas que ficam no ar e poucas respostas. Mas o distanciamento das pessoas segue sendo real.
A música coloca essas perguntas em questão buscando uma alternativa, uma resposta, algo que convença, algo que prove, algo que mostre uma solução para esse distanciamento e para essa solidão. A resposta e a solução não são colocadas ali, mas trazer à tona a pergunta traz, no mínimo, reflexão e isso pode ajudar a encontrar a resposta; nem que ela seja individual. E talvez seja o início de uma mudança.
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Santa Cecília (2024), nova faixa da banda Abysstrace, traz referências ao boêmio bairro de São Paulo que é conhecido por atrair jovens descolados e amantes da música. O bairro tem esse nome devido a Santa Cecília, padroeira dos músicos.
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A santa é conhecida por levar o canto dos músicos até Deus. Para que seus corpos e suas almas dos músicos fossem guardadas sem manchas para não serem confundidos com as de outras pessoas. A música começa como uma bossa nova trazendo referência ao bairro boêmio, crescendo e virando um rock, em uma musicalidade única impressa na personalidade da banda.
A banda paulistana Abysstrace traz influências de alguns subgêneros do rock, como o grunge e o rock nacional dos anos 70. O seu vocalista e guitarrista Ely e o tecladista e backing vocal Lucas Viguini trazem em suas raízes o hard rock dos anos 70 e 80. Indo de encontro ao emo, hardcore e post grunge, principais influências da baterista e backing vocal Nathalia Carvalho. Também envolvendo a força e o peso do Doom e do Stoner Metal, principais referências do baixista Alquimista.
Essa mistura faz com que a sonoridade da banda seja diferente e flerte com mais de uma vertente.
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O cantor Romisson lança sua mais nova faixa, Ingredientes de Nós Dois. Esta canção é a segunda música do EP Tudo Por Você, que traz uma sequência de composições que exploram as nuances do amor e dos relacionamentos.
Ingredientes de Nós Dois é um pop rock romântico que mistura melodia envolvente e letra profunda, celebrando os ingredientes essenciais de um relacionamento, como o amor e a loucura. A música retrata como essas forças se encontram e criam momentos mágicos, simbolizados pelo pôr do sol – um tema central na narrativa da canção.
Ouça o single agora mesmo clicando abaixo.
Inspirada nas emoções e desafios vividos por dois apaixonados, Romisson entrega uma sonoridade intensa, influenciada pelo rock nacional, direcionada especialmente para os fãs de pop rock romântico.
O EP Tudo Por Você inclui as seguintes faixas:
1. O Quanto Eu Amo Você
2. Ingredientes de Nós Dois
3. Tudo Bem
4. Tudo Por Você
5. Curvas na Estrada
Romisson é um músico mineiro, radicado em São Paulo, compositor, cantor, intérprete e multi-instrumentista. Ele toca desde os 12 anos de idade. Dos 14 aos 24 anos de idade, tocou em diversos bares, casas noturnas e eventos em carreira solo e também participou como músico contratado de algumas bandas regionais.
Mudou-se para São Paulo buscando realizar o sonho da música, tendo alguns imprevistos acabou tentando outras profissões, porém a música falou mais alto em seu coração e em 2014 com 32 anos retomou seu sonho, buscando se aperfeiçoar, iniciou aulas de violão, guitarra, vocal, bateria, passando por diversas escolas de música, enquanto fazia aulas de bateria no Instituto de Música e Especialização Fabiano Manhas.
Foi, então, fazer uma aula teste com o professor Markinhos Souza da banda Helles; Romisson cantou uma de suas composições e o Markinhos disse que ele deveria gravar um EP. Desde então, o músico vem gravando um álbum com 10 músicas de sua autoria, que está sendo produzido por Fabiano Manhas.
Romisson, que tem como objetivo de “Tocar as pessoas com sua música”, lançou seu primeiro single Eu Gosto dia 28 de junho de 2019 nas principais plataformas digitais e no YouTube, enquanto isso, agora está finalizando o Full Álbum no estúdio.
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Um Deserto (2024) traz a reflexão sobre o submundo, o ser humano e as armadilhas da vida trazidas pelas dores causadas pelos vícios. A letra fala sobre a trajetória de uma pessoa que, muitas vezes, não se dá conta dos seus próprios passos, o que a leva a atravessar um árduo caminho, obscuros labirintos, até mesmo um longo deserto em busca de sua própria destruição.
Ouça o single Um Deserto (2024) abaixo.
A música foi composta em parceria com Wandrey Queiróz, amigo de longa data, que também teve participação em faixas antigas, tais como: Poder, Corrupção e Mentiras, No Abismo, Olhos Ocultos entre outras. Fazendo do trabalho da banda Fantasmas de Plutão um mundo aberto a ideias com um conteúdo ácido e subversivo.
A banda foi formada pelo músico paulista Paulo Nogueira da Costa em 2020. O músico é guitarrista com passagem por várias bandas do cenário alternativo da década 2000, na Zona Oeste de São Paulo. O projeto autoral conta com uma musicalidade que chega com influência do Post-Punk dos anos 80 e do Rock Alternativo de bandas como: The Cure, The Smith, The Cult, The Mission, Echo and Bunnymen, New Model Army, Joy Division e também traz referências de bandas nacionais como Plebe Rude, 365, Zero, Uns e Outros e muitos outros nomes.
De início, os músicos lançaram dois singles: Revoltas e Farrapos Humanos. A banda, posteriormente, entrou no estúdio para gravar as músicas Olhos Ocultos, Poder Corrupção e Mentiras, No Abismo, O Fracasso, entre outros. Outros projetos surgiram no formato One Man Band, até o início de 2022, tendo a chegada do baterista Fábio Cosmo, do guitarrista Alexandre e do baixista Ricardo.
A banda compôs novas músicas que serão lançadas em 2024/2025, tendo como base de suas letras o cotidiano, causas sociais, catástrofes da vida englobando tudo isso em forma de protesto e reflexão.
Saiba mais sobre a banda Fantasmas de Plutão clicando abaixo.
O quanto você quer realmente algo? Do que abriria mão para conquistar seu sonho? Prefere lutar e se abdicar de algo em prol do seu maior sonho ou vai ceder facilmente às tentações por achar que não vai conseguir? Todas essas são questões que devemos responder a nós mesmos pelo menos uma vez na vida; às vezes, algumas.
É exatamente essa mensagem que a banda de Rock Alternativo do interior de São Paulo chamada Guittería traz em sua faixa O Que Pede o Coração (2022). Com um refrão marcante e uma mensagem positiva e direta a faixa diz: “ouça o que pede o coração e não se atreva a lhe dar desculpas“. Uma ordem clara, direta e objetiva; cabe a nós, agora, ouvirmos ou não.
O que nos afasta de nossos sonhos? A dificuldade de conquistá-lo? O tempo? O medo da frustração? Se for preciso um milagre para conquistar aquilo que move seu coração, então busque o milagre, mas, assim como a música diz, não se atreva a inventar desculpas para não ir atrás dos seus sonhos! Seja com joelhos dobrados, seja com as mangas arregaçadas ou, por que não, os dois juntos: apenas não desista e vá atrás daquilo que o seu coração está pedindo!
Ouça o singleO Que Pede o Coração (2022) abaixo.
O tempo vai passar de qualquer jeito! A questão é: em algum momento enfrentaremos a morte ou até a velhice, ou as duas coisas; mas, será que teremos orgulho de nossas escolhas e decisões ou estaremos frustrados por não termos ao menos tentado buscar aquele sonho? Afinal, o mesmo refrão questiona sobre a inevitabilidade da morte e nos coloca diante dessa questão: ao enfrentarmos a morte, estaremos satisfeitos com nossas escolhas?
Não importa se sua inspiração está no Rock and Roll, no futebol, no basquete ou em qualquer outra profissão: o que você não pode é dar desculpas para não ir atrás dos seus sonhos. Afinal, fazer Rock autoral no Brasil é a prova de que a banda foi atrás dos seus sonhos.
Então, ouça o que pede o coração, vá atrás e não desista! Pode parecer um papo de coach qualquer, mas na verdade é apenas a melhor mensagem possível vindo de uma boa música de Rock, de uma boa banda de Rock que certamente tem muito mais a trazer para seu público.
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Você certamente já ouviu a frase “minha vida é um livro aberto”. Essa frase nunca foi tão perfeitamente usada como é na vida de Esteban Tavares.
Segundo o próprio músico, ele sempre escreve sobre situações que ele mesmo viveu e sobre sentimentos que ele mesmo sentiu. Sendo assim, uma grande parte de sua vida é retratada em sua obra.
Esteban Tavares iniciou sua carreira solo de vez lançando o disco Adiós Esteban (2012). Antes, o músico ficou nacionalmente conhecido por ser baixista da Fresno, porém antes mesmo de fazer parte de um dos trabalhos que foi ícone na cena do Emo no Brasil, ele já era guitarrista e vocalista da banda Abril lá em Porto Alegre – RS.
Em 2012, depois de seis anos, dois álbuns de estúdio, um DVD e um EP, o músico deixava a Fresno para seguir sua carreira solo. Mas, a “vida é uma caixinha de surpresas” e ele não conseguiu divulgar seu disco em turnê. Isto ocorreu porque, logo após Esteban lançar seu primeiro álbum solo, Humberto Gessinger (Engenheiros do Hawaii) convidou o músico para ser seu guitarrista em sua turnê. Esteban Tavares, que um dia fora um mero Rodrigo Tavares e fã de Engenheiros, não podia decepcionar o adolescente que um dia fora e aceitara o convite.
Em 2015, o músico lançou seu segundo disco: Saca La Muerte de Tu Vida (2015). Agora, deixando o projeto com Humberto e passando a focar inteiramente em sua carreira solo, iniciou uma turnê para divulgar sua obra. Aliás, em 2025 o disco faz 10 anos e o músico fará uma turnê de comemoração tocando o disco na íntegra! Não perca a oportunidade de conferir esse show!
Segundo o músico, o primeiro disco lançado trazia letras mais tristes junto de uma sonoridade mais animada. O segundo é o oposto: as letras otimistas foram acompanhadas de arranjos instrumentais mais melancólicos.
Agora o músico já conta com 4 álbuns, alguns EP’s e vários singles; tudo disponível em todas as plataformas digitais.
Cada letra, cada trecho, cada estrofe trazem pedaços da vida do músico. Ele se revela mostrando um pouco do que viveu em cada fase de sua vida.
A sonoridade do seu trabalho traz influências de Pop Rock, de Rock Argentino, de Blues e até de músicas regionais gaúchas, sendo uma mistura musical diferente, ousada, complexa e perfeita.
Se você nunca ouviu a obra do músico, não sabe o que está perdendo. Cada frase é um relato vivido e um retrato de um momento que se passou de forma intensa, verdadeira e marcante na vida do músico e que ele consegue retratá-la de forma magnífica em cada obra.
Sua vida se tornou um “álbum aberto”, uma vez que ele relata em seus álbuns e suas obras as experiências vividas em diversas fases de sua própria vida. Desde Adiós, Esteban! (2012) quando relatou sua paixão por uma tal de Sophia, passando por Saca La Muerte de Tu Vida (2015) onde ele já se mostra um rapaz mais maduro e que vai tirando a melancolia e a dor do coração para abrir espaço para um momento mais feliz e cheio de amor; em todo momento, a vida de Esteban esteve relatada em sua própria música.
O que dizer, por exemplo, sobre Primeiro Avião? “É só você me chamar que eu pego o primeiro avião (…) nem aviso os amigos, assumo o risco se a vida invadir a contramão“: afinal, quem nunca quis viver um amor novamente e aceitaria pagar qualquer preço (ou quase isso) por essa experiência de novo? Quem nunca esperou uma ligação, uma mensagem de texto, qualquer coisa, para simplesmente parar o que estava fazendo e viver um amor novamente, mesmo sem dar tempo de pedir conselho a qualquer amigo ou se importar em quanto gastaria na passagem de avião? A vida imita a arte e a arte relata a vida de Esteban (e de muitos outros anônimos que se identificam com a obra – entre eles, eu).
Ou o que falar sobre Digital? Onde o músico retrata toda uma geração nova ficando na frente de um celular e aceitando qualquer opinião vazia de qualquer influenciador que fala qualquer coisa por likes, em troca de qualquer dinheiro para convencer seu ouvinte sobre qualquer besteira? Apesar de suas letras geralmente trazerem relatos de sua vida pessoal, o músico tem muito mais a dizer e Digital é a prova viva disto.
O músico também fala sobre suas angústias, sobre sua convivência com o cigarro (que é relatada em várias faixas e até se faz presente no título de uma delas: Cigarros e Capitais). Afinal, sua sinceridade aparece até nos nomes de seus trabalhos, onde, por exemplo, gravou o álbum Entressafra, com releituras de trabalhos anteriores que contaram com participações mais do que especiais.
Sua música é pura esperança, afinal, As Terças Podem se Inverter e tudo pode mudar de uma hora para outra. Até porque, financeiramente falando, era bem mais viável ficar em uma banda estruturada como a Fresno do que se arriscar em um projeto solo e com uma sonoridade diferente e ousada. Ou até seria mais fácil “esconder-se” atrás de um grande nome (Humberto Gessinger) e garantir uma aposentadoria tranquila e sem responsabilidade, tocando com seu ídolo e sendo tranquilo assim. Mas, se “as terças podem se inverter”, “mesmo se não for para ser, será” e o músico é a prova que sua satisfação pessoal e sua crença em fazer o trabalho do jeito que acredita traz paz e mostra que sucesso nem sempre é relacionado apenas com um grande montante de dinheiro.
A verdade é que se você ainda não ouviu o trabalho do músico, está perdendo tempo. Sua obra pode parecer uma mera “carta aos desinteressados“, mas, para quem tem ouvidos para ouvir diretamente com a alma, ele tem muito o que dizer; mesmo que pareça que “as canções já não me dizem mais nada“, a verdade é que quando uma obra vem direto do coração, “toda mañana tendrás una nueva canción” para se escutar, para se criar, para se ouvir e para se viver.
Música é muito mais do que simplesmente técnica, envolve também mexer com o ouvinte. E isso, o vocalista Mark Lanegan sabia fazer muito bem.
Com uma voz marcante, além de letras introspectivas e intimistas, Lanegan conseguiu mexer com os amantes de Rock Alternativo. Vocalista do Screaming Trees, o músico também tem uma carreira solo de respeito.
Infelizmente, Mark nos deixou em 2022, silenciando assim uma das vozes mais marcantes da cena de Seattle dos anos 90.
Seu talento musical ia muito além da técnica: sua voz vinha do fundo da alma e você conseguia sentir a melancolia em cada nota, em cada frase, em cada palavra cantada por Lanegan.
O maior sucesso de sua banda foi o disco Sweet Oblivion (1992) e foi o que fez a banda mais se aproximar do mainstream. Talvez uma erro estratégico de lançamento não permitiu que a banda vendesse mais discos: o hit Nearly Lost You fez parte do filme Singles, que retratou a cena de Seattle e a juventude da época. Porém, quando o filme foi lançado, o álbum da banda ainda não havia sido lançado. Sendo assim, quem gostou da música acabou comprando a trilha sonora do filme, uma vez que era o único jeito de poder escutá-la quando quisesse.
O músico também teve uma carreira solo de respeito. Carreira esta que começou antes mesmo de encerrar a trajetória da banda.
Lanegan foi amigo de Kurt Cobain. Os dois até cogitaram criar um projeto de Blues e ouviam muitas vezes trabalhos como o de LeadBelly juntos. Aliás, Lanegan teve certa importância na escolha de Kurt para colocar Where Did You Sleep Last Night para encerrar o MTV Unplugged in New York do Nirvana: essa música, apesar de ser originalmente de LeadBelly, foi gravada por Lanegan em seu primeiro trabalho solo. Sua performance encantou Cobain que não teve dúvidas e optou por tocá-la em com sua banda.
Além de bom vocalista, o músico também era letrista e compositor, conseguindo atingir o público com sua voz e também com sua mensagem. A melancolia sempre acompanhou sua obra e sua voz jamais será esquecida pelos amantes de Grunge e Rock Alternativo dos anos 90.
Lanegan é a prova viva que a técnica pode não ser o mais importante em um trabalho musical. O músico conseguiu imprimir muita emoção em seu trabalho, conseguindo colocar sua alma em cada música gravada.
A música Lágrimas nos olhos da banda Profira retrata a fragilidade e o descaso com a sociedade, mediante ao egocentrismo, autoritarismo, falta de empatia e respeito gerando guerras sem fim por motivos torpes. A letra é bem contemporânea e atemporal, traz esperança de algo melhor que está por vir no coração de quem quer o bem, nunca estará só, sempre haverá algo maior ao seu lado.
Confira o single abaixo.
A música começa como uma balada de Pop Rock e vai ganhando força com seus riffs de guitarras elétricos.
Formada em 2014 por Marcelo Banni voz, baixo e compositor da banda, e seu amigo Daniel Serra, guitarrista. Deram início ao projeto, com a entrada do baterista, João Carlos Banni.
A banda sempre foi conhecida por suas letras com mensagens cristãs positivas, de amor e críticas no combate à desigualdade humana. O projeto também se destacou pela voz marcante de seu vocalista Marcelo Banni, pelos solos de guitarra e baixo, e pela pegada forte, com letras bem originais.
Em 2015 começa a gravação do primeiro álbum, Em Nosso Lugar no estúdio MG em Magé RJ, com Marcelo Banni voz, baixo e violão, Daniel Serra guitarra e João Carlos Banni bateria, que só foi lançado oficialmente em 2021 no Teatro Municipal de Angra dos Reis.
Para saber mais sobre a banda basta clicar nos links abaixo.
No final de 1993 o Nirvana aceitava o desafio de desligar as guitarras e fazer um show no formato acústico, formato que várias bandas estavam fazendo na época e que mostrava um outro lado das bandas de Rock. Kurt Cobain e companhia aceitaram o desafio e simplesmente entregaram uma obra-prima.
Que o Nirvana sempre se utilizou das guitarras distorcidas para fazer seus shows e seus discos, isso não é novidade, mas sempre existiu na obra da banda uma busca por boas melodias, Foi justamente isso que o Kurt quis explorar nesse novo formato e, para conseguir esse objetivo, ele ousou bastante.
A MTV ficou feliz quando a banda, que estava no auge de sua carreira, aceitou o convite. Mas, logo, a empresa começou a se assustar com a postura adotada pela banda. Poucos hits, convidados desconhecidos e muitos covers: a combinação perfeita para deixar a MTV de “cabelo em pé” e com medo de o show ser um fracasso. Um erro grave, o show foi um sucesso.
O único grande hit do MTV Unplugged in New York foi Come As You Are. Como a banda acabara de lançar o In Utero (1993) na época da gravação, os músicos também optaram por selecionar faixas que promoveriam um pouco o trabalho. Mas, além disso, escolheram faixas que casavam com a proposta mais intimista. O que Kurt tentou reproduzir no show não foi apenas escolher faixas conhecidas para o público cantarolar junto, mas sim escolher músicas que tinham tudo a ver com esse momento mais intimista.
O auge do show ficou para o final: Kurt escolhera a música Where Did You Sleep Last Night, música de LeadBelly, um músico de Folk, e que tinha como nome original In the Pines. Na verdade, Kurt se espelhou mais na versão de Mark Lanegan, vocalista do Screaming Trees, para fazer a versão. Após a execução, a MTV pediu para que a banda fizesse o “bis”, mas Cobain deixara claro que não tinha como entregar mais do que acaba de fazer.
O disco físico fora lançado apenas em 1994, já após a morte do líder da banda. O álbum foi um sucesso de vendas e agora em 2024 está completando 30 anos de lançamento. O canal Distorção do Youtube trouxe mais detalhes sobre a gravação do disco. Quer saber mais? Clique abaixo e confira.