Cockney Rejects se apresenta no Brasil em 2025, com Olga do Toy Dolls na nova formação

A icônica banda inglesa de street punk Cockney Rejects, com mais de 40 anos de intensas atividades, retorna ao Brasil em 2025 com sua nova formação, que conta com o lendário Olga, do The Toy Dolls, na guitarra. Serão três shows no mês de abril: Porto Alegre (17/04, no Opinião), Curitiba (18/04, no Basement Cultural) e São Paulo (19/04, no Fabrique Club).

A nova turnê do Cockney Rejects por terras brasileiras é uma realização conjunta entre Powerline Music & Books e Ataque Frontal. Os ingleses voltam ao Brasil dois anos após a tour que seria o giro de despedida dos palcos na América do Sul, mas o incansável vocalista Jeff ‘Stinky’ Turner não se deu por vencido pela entrada e recrutou novos músicos para seguir em frente.

A nova formação consiste em Jeff ‘Stinky’ Turner, o fundador da banda em 1978 nos vocais, o lendário e carismático Michael (Olga) Algar na guitarra, JJ Pearce no baixo e Ray Bussey na bateria. Olga conta um pouco sobre sua entrada e como está o atual Cockney Rejects:

“Depois de 45 anos brincando com The Toy Dolls, tive vontade de tentar algo novo! Felizmente ouvi de Stinky que ele estava montando um novo Cockney Rejects e ele me perguntou se eu gostaria de fazer parte dele, claro que eu disse sim, sou fã do Cockney Rejects. Os shows têm sido incríveis e a nova formação é muito mais punk, como os Rejects de 1978-1980!”.

Cockney Rejects, uma lenda do street punk

Cockney Rejects nasceu por meio dos irmãos Jeff e Mick Geggus em 1978 a leste da muralha medieval da Cidade de Londres, e ao norte do rio Tâmisa, em uma área conhecida como East End.

E lá se foram cerca de 46 anos de devoção ao punk… Com o passar dos anos, a banda revolucionou o gênero e há décadas, ao lado de Sham 69 e Cock Sparrer, precursores da música Oi! que abrange diversas vertentes do punk,”Oi!” seria um nome popular do gênero musical street punk, um punk working class que prega amizade, união e também trata sobre questões sociais – afinal, se trata de um tipo de música que nasceu nos subúrbios de Londres.

Existe uma relação muito íntima entre o Cockney Rejects e o Brasil. Além das diversas turnês, todas sempre concorridas, a banda – em 2017 – escreveu uma letra sobre o clube de futebol Chapecoense, em homenagem à tragédia de avião que vitimou diversos jogadores e comissão técnica naquele em novembro de 2016.

A música é uma adaptação de “Goodbye Upton Park”, que os britânicos haviam recém-lançado. A letra original é sobre o fechamento do estádio Upton Park, em Londres, casa do West Ham entre 1904 e 2016.

Ao vivo, o Cockney Rejects é famoso pela altíssima energia e, nesta nova passagem pelo Brasil, com a nova formação, não faltarão clássicos como “Fighting in the Streets”, “We Are the Firm”, “Power and the Glory, “Police Car”, o hino do West Ham “I’m Forever Blowing Bubbles”, “Oi! Oi! Oi!”, entre outras.

A nova formação do Cockney Rejects

Jeff ‘Stinky’ Turner, o fundador do Cockney Rejects, é um veterano do punk, que continua lutando pelas suas paixões aos 60 anos. Ele é um ex-boxeador amador, que ganhou diversos títulos em Londres, além de ser figurinha carimbada em estádios de futebol na capital inglesa – Jeff é um apaixonado pelo West Hum United, time que tem outro músico famoso como torcedor: Steve Harris, o baixista do Iron Maiden.

Michael Algar, ou simplesmente Olga, é o fundador de outro ícone do punk inglês, o The Toy Dolls, e aceitou participar desta nova formação do Cockney Rejects com muito entusiasmo. No palco, é um dos figuras mais legais de se ver em ação – sempre enérgico e conectado com o público.

Completam a formação atual do Cockney Rejects os também músicos britânicos JJ Pearce, que foi por anos o baixista da tradicional banda punk The Last Resort. Ele ainda é compositor e produtor. Já Ray Bussey, um baterista com extenso currículo: Deadline, The Business, The Crack, Argy Bargy, The Old Firm Casuals, Control, Beerzone, The Outfit e The Mighty Thirst.

Cockney Rejects em Porto Alegre

Data: 17 de abril de 2025

Local: Opinião

Ingresso: https://bileto.sympla.com.br/event/99982

Meia Entrada | Lote 01: R$ 120,00

Inteira Solidária | Lote 01: R$ 130,00

Cockney Rejects em Curitiba

Data: 18 de abril de 2025

Local: Basement Cultural

Ingresso: https://fastix.com.br/events/cockney-rejects-em-curitiba

Meia Entrada | Lote 01: R$ 140,00

Inteira Solidária | Lote 01: R$ 280,00

Cockney Rejects em São Paulo

Data: 19 de abril de 2025

Local: Fabrique Club

Ingresso: https://fastix.com.br/events/cockney-rejects-em-sao-paulo

Meia Entrada | Lote 01: R$ 180,00

Inteira | Lote 01: R$ 360,00

Mais informações

www.instagram.com/agenciapowerline

www.instagram.com/ataque_frontal

www.instagram.com/cockneyrejects

www.instagram.com/tedesco.com.midia

Artigos relacionados:

Conheça 15 bandas importantes para o Punk Rock Nacional

Movimento punk no Brasil: Assista o documentário Botinada

Guilherme Reis: músico lança seu novo single “I Don’t Wanna Miss You”

I Don’t Wanna Miss You, é um ótimo trabalho de Folk Rock e que chega otimista tanto em sua letra quanto em sua sonoridade. A canção fará parte de uma trilogia que começou a ser lançada com a música Songs From August e terminará com o lançamento da próxima música, que acontecerá em dezembro.

 

Conheça esse bom lançamento abaixo.

 

 

Guilherme cresceu cercado por músicos; seu pai ensinou seus primeiros acordes no violão quando ele ainda era muito jovem. Aos 10 anos de idade, o músico começou a tocar de fato o violão e aos 17 começou suas primeiras aulas de piano.

 

Desde então, Guilherme M Reis compôs suas músicas autorais. Em 2023 sentiu uma necessidade de expor ao mundo suas músicas e entrou em estúdio para gravá-las. O seu primeiro single foi da canção Goodbyee, desde então, já lançou outros sete singles. Agora o músico se prepara para o lançamento do seu primeiro álbum em 2025.

 

 

Para saber mais sobre Guilherme Reis, clique abaixo.

Instagram
Spotify

 

 

Parque Florenza e sua reflexão sobre a falta de amor das pessoas nos dias atuais

“Quando morre gente mais do que se formam casais”; uma frase forte, mas que demonstra o quão as pessoas estão distantes umas das outras. O que seria? Falta de amor?

 

A faixa Quem Vai Nos Salvar? faz parte do álbum Pessoas (2019), um trabalho que trata sobre, como o nome diz, pessoas, seus medos, seus acertos e como lidamos uns com os outros nos dias atuais. A música em questão traz algumas reflexões: a violência talvez seja uma das milhares de responsáveis em nos afastar. Mas provavelmente não é o maior motivo.

 

 

A verdade é que o egoísmo tem sido cada vez mais visto e vivido. Talvez sejamos a geração com mais recursos e com mais chance de ajudar ao próximo e, mesmo assim, ficamos esperando que alguém “venha nos salvar” ou vá salvar o próximo. Mas, por que não eu?

 

É claro, uma pessoa só não vai mudar o mundo, porém nem é essa a ideia; se cada um fizer sua parte, se cada um se aproximar de um amigo, um vizinho, um desconhecido e oferecer-lhe aquilo que ele precisa (seja um ombro amigo, seja comida, seja oportunidade), a tendência é que fique melhor para todos. Mas, se a receita não é das mais difíceis, por que então não fazemos?

 

Como a primeira frase da música mesmo diz: “Não somos feitos de respostas”. É bem isso mesmo: muitos questionamentos e poucas respostas. “Enquanto todo mundo vive por si, solidão”: seria solidão ou egoísmo?

 

 

São tantas perguntas que ficam no ar e poucas respostas. Mas o distanciamento das pessoas segue sendo real.

 

A música coloca essas perguntas em questão buscando uma alternativa, uma resposta, algo que convença, algo que prove, algo que mostre uma solução para esse distanciamento e para essa solidão. A resposta e a solução não são colocadas ali, mas trazer à tona a pergunta traz, no mínimo, reflexão e isso pode ajudar a encontrar a resposta; nem que ela seja individual. E talvez seja o início de uma mudança.

 

 

Para saber mais sobre a banda Parque Florenza basta clicar nos links abaixo. Para saber mais sobre o Rock basta acompanhar também o Blog do Helton Grunge.

Facebook 
Instagram 
Youtube
Spotify

 

Abysstrace: banda homenageia Santa Cecília em sua nova música

Santa Cecília (2024), nova faixa da banda Abysstrace, traz referências ao boêmio bairro de São Paulo que é conhecido por atrair jovens descolados e amantes da música. O bairro tem esse nome devido a Santa Cecília, padroeira dos músicos.

 

Quer conferir esse bom single agora mesmo? Clique abaixo!

 

A santa é conhecida por levar o canto dos músicos até Deus. Para que seus corpos e suas almas dos músicos fossem guardadas sem manchas para não serem confundidos com as de outras pessoas. A música começa como uma bossa nova trazendo referência ao bairro boêmio, crescendo e virando um rock, em uma musicalidade única impressa na personalidade da banda.

 

A banda paulistana Abysstrace traz influências de alguns subgêneros do rock, como o grunge e o rock nacional dos anos 70. O seu vocalista e guitarrista Ely e o tecladista e backing vocal Lucas Viguini trazem em suas raízes o hard rock dos anos 70 e 80. Indo de encontro ao emo, hardcore e post grunge, principais influências da baterista e backing vocal Nathalia Carvalho. Também envolvendo a força e o peso do Doom e do Stoner Metal, principais referências do baixista Alquimista.

 

 

Essa mistura faz com que a sonoridade da banda seja diferente e flerte com mais de uma vertente.

 

Quer conferir agora mesmo esse trabalho? Não deixe de clicar abaixo!

 

Instagram

Spotify

 

 

Fortell participa do evento Curitiba Metal Opera – Avantasia Tribute

Apresentação histórica acontecerá no Belvedere, dia 13 de dezembro

 

No dia 13 de dezembro (sexta-feira), a banda curitibana Fortell abrirá o show Curitiba Metal Opera, um tributo a lenda alemã do power metal sinfônico, o supergrupo Avantasia. O evento acontecerá no Belvedere, com ingressos a partir de R$ 30.

 

Uma promessa do power metal brasileiro, que traz uma mistura poderosa de melodias e letras cativantes, a Fortell é formada por Cinthia Mara nos vocais, Andre Perle e Leo Narxx nas guitarras, Gabriel Ingles no baixo e Esmael Marques na bateria. A banda vem conquistando espaço com composições autorais que se destacam pela energia e pela técnica dos integrantes. Após o show da Fortell, o tributo ao Avantasia toma o palco.

 

 

 

Para os fãs da obra de Tobias Sammet, é a chance de vivenciar ao vivo os maiores clássicos da metal opera. Gabriel Ingles e Cinthia Mara, entre outros grandes nomes do cenário musical da cidade, também farão parte deste show especial, contribuindo para recriar a magia do Avantasia e fazer uma homenagem inesquecível.

 

Serviço – Curitiba Metal Opera

  • Data: 13 de dezembro de 2024

  • Local: Belvedere

  • Endereço: Rua Inácio Lustosa, 496, São Francisco – Curitiba/PR

  • Abertura da casa: 19h

  • Início dos shows: 20h

  • Preço: R$ 30 antecipado (até 15 de novembro); após, R$ 35.

  • Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/curitiba-metal-opera

Artigos relacionados:

Conheça a história do Thrash Metal: Especial 40 anos

A Macabra e Polêmica História da Banda Mayhem

Oasis no Brasil: Saiba os preços e como comprar ingressos para o show