Underground, algoritmo e mudanças de paradigma

O que é Underground?

Pelo dicionário de Oxford é: movimento ou grupo que atua fora do establishment, ger. refletindo pontos de vista heterodoxos, vanguardísticos ou radicais.

 

E aí quando converso com amigos sobre cena roqueira do Rio e tudo que envolve esse ambiente, surge sempre o assunto do algoritmo… Daí a gente começa a perceber que o algoritmo pode ser hoje, ou já é, o novo establishment.

 

Músicas feitas para se enquadrar nos esquemas de streaming e tiktoks da vida… Outros artistas que usam a sua rede social de maneira muito imaculada, pra não sujar o algoritmo da página da banda ou artista… E que também, com isso, acaba fugindo do conceitual e essencial da sua autenticidade… Exemplo bobo: não coloca palavras chulas ou palavrões pra não ser vetado no alcance pelo algoritmo… Porra, você é a sua arte, a sua comunicação, você não é o algoritmo e ele não pode ser determinante na sua comunicação livre.

 

Confere esse vídeo lá no insta. Clica aqui.

 

Mais uma vez digo aqui: FODA-SE O ALGORITMO, porra!

Arte é comunicação, e a sua comunicação tem os conceitos que são determinados pela sua construção, pela sua vivencia!

 

E se a sua maneira de falar, de se comunicar é essa… É mais despojada, mais solta ao ponto de sim, precisar inserir, um vocabulário mais pesado pra passar a mensagem do jeito que tem ser, pois é você que tá falando… Porra… É assim que vai precisar ser!

 

Ou então você vai se tornar um outro tipo de pessoa que vai comprometer sim a sua comunicação como artista ou entretenedor… Vai transformar toda sua comunicação em uma merda que não tem nada a ver com você… E com isso, você se perde!

 

Não tô falando de exagerar, má educação, que todo mundo tem que xingar… Não é nada disso… Eu não quero virar aqui o coach quântico do foda-se, não! Estamos falando aqui do underground da sua essência, sacou?!!!!

 

E quem vem respeitando muito essa merda de algoritmo, tenho percebido, que vem perdendo a sua essência… Cuidado com isso!

 

É lógico que eu tô falando aqui de um ponto, que é a sua autenticidade em se expressar, mas podem ser muito outros pontos que relacionados interferem e atrapalham no conceito e na criação e no desenvolvimento do seu ser artístico.

 

Então galera, tenhamos bom senso, sabemos sim que a cada dia o game vem mudando brabíssimamente, mas a gente tem que ficar de olho pra não sermos sugados por inteiro pela máquina, valeu… É isso!

 

E se você curtiu deixa aqui seu comentário ou se quiser só joga um FODA-SE mesmo, tá bom… Eu vou entender!

 

Um grande abraço.

 

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Seventy Times Seven

Formada em 2009 em Recife, a Seventy Times Seven (antigo “70×7”) se consolidou como uma força pulsante no cenário do metalcore cristão no Nordeste. A banda iniciou com influências de screamo e post-hardcore, evoluindo ao longo dos anos para uma sonoridade mais sólida em metalcore, mantendo letras fortes de fé, confrontações internas e esperança.

 

Shows e credenciais de palco

A banda já subiu aos palcos de festivais de renome no circuito metal/rock, destacando-se por sua energia e entrega ao vivo. Alguns dos eventos mais importantes em que tocaram incluem: • Underblood Fest • Noite do Metal • Contramão Music Festival.

 

Retorno em 2025

Após 9 anos de hiato desde seu último show em 2016, a Seventy Times Seven retorna em 2025 com força total. Com nova formação plena e agenda renovada, a banda está pronta para retomar sua missão de comunicar através da música pesada, inspirada pela fé e pela realidade cotidiana de seu público.

 

Impacto e identidade artística

• Letras com temática cristã, sem abrir mão de honestidade brutal, reflexão espiritual e confrontos pessoais.
• Mistura de agressividade e melodia: riffs potentes, breakdowns marcantes e vocais que transitam entre o gritante e o melódico.
• Público fiel no estado de Pernambuco e seguidores espalhados pelo Brasil, via plataformas digitais (Spotify, redes sociais) que mantêm a banda conectada com fãs antigos e novos.