Max Chaos: O Caos Elevado à Arte

O nome diz tudo: Max Chaos não é apenas um artista, é uma força bruta de energia, intensidade e atitude. Nascido de uma obsessão de vida inteira pela energia crua, a rebeldia e os múltiplos significados que a música pode carregar, Max transformou sua paixão em missão: criar um som que não apenas expresse suas emoções, mas que as projete em uma nova dimensão de poder.

 

Com influências que vão do peso agressivo do nu metal — Slipknot, Korn, Limp Bizkit — ao espírito rebelde e explosivo do punk — The Misfits, Dead Kennedys, Green Day — Max também encontra inspiração em bandas que quebram barreiras, como Linkin Park e Rage Against the Machine. O resultado? Uma sonoridade que une riffs massivos, bateria trovejante, vocais agressivos e melódicos, tudo envolto em uma atmosfera sombria e cinematográfica.

 

Seu som é construído para provocar um verdadeiro rush de adrenalina: alto, sem pedir desculpas e feito para ser sentido no corpo todo. A mensagem é clara — empoderar o ouvinte, transformando o caos em combustível para enfrentar o mundo.

 

O single de estreia, “Ride the Wave”, é um hino de alta octanagem feito para os palcos. Inspirada pelo caráter imprevisível da vida, a faixa fala sobre recusar-se a ser arrastado pela maré e, em vez disso, dominar o caos e transformá-lo em força. A produção contou com a parceria de Dan McConomy e a masterização de Maor Appelbaum, resultando em uma estreia que já conquista ouvintes ao redor do mundo. Confira abaixo:

 

 

E o que vem pela frente? Max promete que o álbum de estreia vai elevar tudo a outro nível — riffs ainda mais pesados, temas mais sombrios e, claro, mais caos. Como o próprio artista afirma: “Isso é só o começo.”

 

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Engenheiros do Hawaii: em 1997 Gessinger voltava a usar o nome da banda em “Minuano”

Em 1993 os Engenheiros do Hawaii lançavam o último disco com a formação clássica, contando com Augustinho Licks na guitarra; o disco era o Filmes de Guerra, Canções de Amor (1993), um trabalho eletroacústico gravado ao vivo e trazendo releituras de músicas já lançadas pela banda, além de algumas inéditas.

 

Após o lançamento desse trabalho, Augustinho Licks foi mandado embora. Para o álbum seguinte, a banda contou com outra formação, um quinteto. O Simples de Coração (1995) veio com essa nova formação, mas parece que Gessinger não se animou muito com a banda assim.

 

Em 1996 Gessinger deu uma pausa na banda e começou o projeto Gessinger Trio ao lado de Luciano Granja e Adal Fonseca. Voltando ao formato de trio e trazendo uma sonoridade mais agressiva, o músico parecia ficar mais à vontade nesse formato. O projeto rendeu um álbum de estúdio lançado em 1996.

 

Acontece que muitos contratantes anunciavam o projeto como se fosse Engenheiros do Hawaii, mesmo não sendo. No início, Gessinger até tentou separar os projetos, mas como demonstrava insatisfação com a formação do quinteto e como Carlos Maltz já tinha avisado a ele que sairia, o líder dos Engenheiros do Hawaii decidiu incorporar os músicos desse novo projeto à sua antiga banda. Mas, em vez de serem um trio, tornaram-se um quarteto com a entrada de Lucio Dorfman nos teclados.

 

Em 1997 era lançado o Minuano (1997), a volta dos Engenheiros do Hawaii, mas com nova formação. A sonoridade desse disco é diferente do que a banda vinha fazendo até então, mas conta com ótimas músicas como Banco, A Montanha, Nuvem e Faz Parte, entre outras.

 

Muitos amantes da banda não gostam desse trabalho, preferindo apenas os lançados pela formação clássica. Mas é inegável que as composições de Gessinger aqui ainda seguiam muito boas.

 

Confira abaixo um shorts do Blog do Helton Grunge falando sobre esse disco.