I’m Done: Don’t Tell John mistura alma clássica e indie rock com vocal arrebatador de Veronica Larkin

A banda Don’t Tell John, formada na Bay Area, segue alimentando a chama do rock com a divulgação de seu último single, “I’m Done”, lançado em 17 de outubro de 2024. Após o sucesso crescente com o single “Hard Luck” e apresentações energéticas no circuito local, o grupo aposta agora em uma faixa que tem tudo para conquistar ainda mais espaço — tanto entre os fãs fiéis quanto entre novos ouvintes. Confira abaixo:

 

 

“I’m Done” acerta em cheio na fórmula que vem se tornando marca registrada da banda: emoção crua e intensidade sonora embalada por um groove contagiante. Desde os primeiros segundos, o ouvinte é fisgado por uma linha rítmica pulsante e uma guitarra que caminha entre o clássico e o alternativo com elegância e vigor.

 

Mas é impossível falar sobre “I’m Done” sem destacar o maior trunfo da banda: a voz marcante de Veronica Larkin. Com um timbre denso e ao mesmo tempo caloroso, ela entrega a canção com uma performance visceral que remete às grandes divas do blues rock, mas com uma autenticidade que a torna única. Sua performance é hipnótica, transbordando atitude e alma — o tipo de voz que faz o público se calar para ouvir cada palavra e explodir junto no refrão.

 

Com uma pegada que mistura rock clássico, blues e uma estética noventista, o single reflete a essência do Don’t Tell John: uma banda feita de amigos e familiares que, juntos há décadas, criaram uma química musical genuína e poderosa. Não à toa, “I’m Done” já é considerada um dos momentos altos nos shows da banda — daqueles em que o público se conecta, o salão balança e todos se deixam levar pela vibração.

 

“I’m Done” já está disponível em todas as plataformas de streaming, com clipe oficial no YouTube. Uma ótima porta de entrada para quem ainda não conhece o som da banda — e um presente para quem já é fã.

 

Siga também no Instagram @donttell_john.

Engenheiros do Hawaii: saiba mais sobre “Parabólica”

A música Parabólica dos Engenheiros do Hawaii foi lançada originalmente no álbum GLM (1992). Mas, além da versão original, os Engenheiros também a lançaram em dois trabalhos ao vivo: 10.000 Destinos ao vivo (2000) e Acústico II Novos Horizontes (2007).

 

A faixa é uma parceria entre Augustinho Licks e Humberto Gessinger, uma das únicas parcerias feitas no disco. A letra foi uma homenagem de Gessinger para sua filha Clara, que havia nascido há pouco tempo quando o disco foi gravado. Aliás, a própria Clara participa da versão ao vivo do Acústico II Novos Horizontes (2007) dividindo os vocais com o pai.

 

 

A música usa várias referências a palavras que começam com “para”, além de referências da relação que Gessinger tinha com a filha na época. A letra traz leveza e suavidade, sendo uma bela homenagem de pai para filha.

 

A música é uma das únicas parcerias do disco, ao lado de Canibal Vegetariano devora Planta CarnívoraApesar do nome GLM (1992), a banda estava em sua fase mais desunida: cada um chegava e gravava sua parte; não tinha conversa, mal tinha interação entre os membros. Licks se sentiu desprestigiado com isso: quando foi gravar o instrumental de Canibal Vegetariano devora Planta Carnívora, faixa que seria a única parceria no disco, aproveitou também para deixar outro instrumental gravado. Esse instrumental deixado tornou-se Parabólica.

 

O canal Júlio Ettore falou mais sobre a história dessa música. Clique abaixo e saiba mais.